segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ANO NOVO 2011 CHEGANDO

2011 chegando e com ele renovam-se as esperanças de dias melhores.
Que DEUS nos proteja no novo ano e que derrame suas bençãos sobre nosso Planeta, que os homens encontrem o caminho para a paz, o amor, a fé, a esperança e a caridade!
Bjs
Tania Loos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PROERD PARANÁ 10 ANOS.wmv

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

sábado, 30 de outubro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

A PERPETUAÇÃO DO ESTIGMA - DISCURSO E PODER

Sempre que me deparo com situações midiáticas grotescas reporto-me ao livro “Discurso e Poder” cuja leitura tem subsidiado minhas construções sobre o Poder Dominante, suas implicações no cotidiano de todos nós. Não sei se foi pura coincidência ou se minha leitura de hoje seria o mote para que agora possa tecer a crítica ao título da matéria veiculada no Jornal EXTRA (17OUT2010).
Teun A. vanDijk ao abordar o RACISMO é esclarecedor quanto suas raízes, contextualização e perpetuação na sociedade. Sob o título “NOTÍCIAS JORNALÍSTICAS” o autor traz à tona a questão do preconceito e do racismo inspirada na mídia. O fragmento do texto servirá à reflexão que aqui proponho:

"As conversações do dia-a-dia são a manifestação natural do racismo popular cotidiano. Uma vez que não tem controle ativo sobre o discurso público da elite, as pessoas comuns freqüentemente não têm mais para “dizer” ou “fazer” contra os Outros do que falar negativamente para Eles e sobre Eles. É claro que, desse modo, os estereótipos e preconceitos étnicos, bem como os boatos, podem se espalhar rapidamente. (...)
As notícias na imprensa, por exemplo, têm uma estrutura esquemática convencional, consistindo de categorias como sumário (título + lead), eventos principais, background (eventos prévios, contexto, história), comentários e avaliação. Assim, podemos focar nos títulos e ver se esses sumários típicos das notícias são diferentes para as minorias quando comparados com as notícias que tratam membros de grupos dominantes. Seguindo o quadrado ideológico geral, podemos, por exemplo, assumir que os títulos das notícias tendem a enfatizar as características negativas das minorias."
Fonte: DISCURSO E PODER - Teun A. vanDijk (2008)

A MATÉRIA:

sábado, 16 de outubro de 2010

PCNs Pais: Inimigos ou Aliados?

A importância da família como ambiente primeiro da prevenção, a participação dos pais/responsáveis na vida escolar dos filhos é, sem dúvida, um passo fundamental para garantir o sucesso da relação educadores-alunos-família-comunidade.

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USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO - UMA EXPERIÊNCIA

A experiência bem sucedida merece ser compartilhada!
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Memória acadêmica

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

BULLYNG ESTIMULADO NA/PELA ESCOLA???


Todos nós que convivemos com crianças e jovens sabemos do potencial e possibilidades de alguns deles praticarem pequenas e grandes perversões. Debocham, criam apelidos, retratam em dimensões sem limites as mínimas imperfeições do "outro".
A Escola, nesse contexto, tem se revelado um ambbiente propício para o desenvolvimento do que, hoje chamamos Bullyng, cabendo, portanto, a adoção de estratégias e atitudes que objetivem prevenir tais comportamentos.
E é, exatamente no momento em que bandeiras são erguidas contra a prática desta face da violência que me surpreendi quando minha filha (11 anos), com o largo sorriso típico daqueles que conseguiram uma boa nota na avaliação, me entregou sua prova de Português.Como de costume, dei um beijo pela conquista e passei à leitura da "prova". Levei um choque, fiquei por um tempo paralisada, querendo entender o inaceitável...
Os adjetivos na tirinha: sujo, nojento e idiota entre outros são qualificadores que estimulam o conflito, o BULLYNG...
Lamentando a falta de visão dos educadores (não sei quem formulou a prova, por isso atribuo a responsabilidade a todos: professora, orientadora educacional, gestores, etc), resta-me compartilhar com vocês minha angústia, dividir esse aperto no peito, a dúvida, o sentimento de impotência, o nó na garganta que por ora me impede o grito: QUE ESCOLA É ESSA???

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Protagonismo juvenil e redes sociais 2010

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domingo, 22 de agosto de 2010

REFLEXÕES COM RUBEM ALVES - EDUCAR É...

Compartilhei durante todo tempo que estive a frente do PROERD RJ do pensamento de Rubem Alves... Aprendi a conhecer as histórias de vida de meus alunos através dos olhos... Minhas filhas conhecem bem o que é falar com os olhos, pois olhando nos meus olhos entendem exatamente o que quero, o que gosto ou não gosto em seus comportamentos, atitudes e escolhas! O mais surpreendente é observar que, atualmente, as pessoas falam as minhas falas, usam o meu discurso, mas nunca me olharam nos olhos e creio que algumas dessas pessoas jamais conseguirão olhar dentro dos meus olhos, pois são simplesmente hipócritas... Hoje, compreendo melhor o que é ser EDUCADORA...
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A (IN)SEGURANÇA NO RJ

A questão da (in)segurança no RJ (vide o ocorrido no Hotel na Zona Sul - onde o mote político são as UPPs)me faz, enquanto cidadã comum cobrar RESPONSABILIDADES! Governador Sérgio Cabral e seus "manipulados" deveriam refletir...
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

RENDENDO MINHA HOMENAGEM AO JONGO

A expressão cultural, a significação do Jongo na preservação de identidade! A oralidade de Mestre Darcy, Jongo da Serrinha dá o tom para que todos nós repensemos nossas práticas! Tudo é possível quando se tem determinação...
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ESTIMATIVA DE PARABÉNS


Nossa! Há muito tempo não experimentava uma sensação de estar inserida nesse mundo contemporâneo e que precisa aprender a conviver para sobreviver! Agradeço a minha amiga Jana Guinond pelo convite da Estimativa para vivenciar a pluralidade brasileira. Poderia dizer que venci a barreira de um estado de letargia e saí... fui e não me arrependi.
A síntese do convite previa:

O JONGO DA SERRINHA:UM TRIBUTO À MESTRE DARCY
"Um fenõmeno de alegria, batuque e tradição, o Jongo é uma das maiores relíquias da música popular brasileira, sendo considerado um dos pais do samba. O Grupo Cultural Jongo da Serrinha, que foi criado para dar continuidade aos trabalhos de preservação do patrimônio histórico do Jongo, desenvolvidos por Vovó Maria Joana e seu filho Mesre Darcy, têm hoje a Tia Maria do Jongo como sua matriarca. Com muita música e dança o documentário também toca, com humor, em temas como racismo e religião." Documentário de Beatriz Paiva.

Sobre o documentário registro que muitas falas me impressionaram pela grandiosidade do compromisso com a manutenção e preservação das raízes históricas, mas o que mais me chamou atenção foi, sem dúvida, o fator de integração proporcionado pelo Jongo na serrinha e mais, a autoestima de crianças, jovens, adultos e idosos que orgulham-se de suas identidades. É, esse é o nosso Brasil... o Brasil de diversas faces, multicolorido e de uma alegria sem igual... Aprendemos que a resiliência é possível, basta vontade, atitude e ação!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A ESCOLA DIGITAL - ENTRE O QUADRO NEGRO E O DATA-SHOW

O artigo que ora se apresenta guarda estreita relação com a proposta do escolaanalogicasociedadedigital. Compartilhando. aqui. um excelente artigo, aproveitem, desfrutem. Fica registrado o meu reconhecimento ao autor!

Entre o Quadro-Negro e o Data-Show
Abuso é um vocábulo originário do latim "abusus" que indica um "comportamento inadequado ou excessivo." Segundo o dicionário Aurélio, o abuso significa "uso mau, excessivo ou injusto." Quando falo de abuso, também poderia falar de exagero, que no Aurélio tem como significação "coisa desmedida e que ultrapassa os limites." Mas para que serve sabermos o que é "abuso" ou "exagero"? Para mim, tudo que é aplicado de forma abusada ou exagerada, pode ser considerado um vício. E como vício, certamente não faz bem.

Todos nós docentes sabemos a transformação por que passa a educação na atualidade. Reconhecemos a teoria da Educação Bancária de Paulo Freire, e sabemos o quanto temos que usar de criatividade para instigar alunos na busca do conhecimento. E isso certamente depende de recursos pedagógicos inovadores. Tornar o ambiente de sala de aula interessante, de modo a que os alunos estejam constantemente motivados, não é fácil. As aulas expositivas cada vez mais devem ceder espaço à elaboração de pesquisas, projetos e à resolução de situações-problema. Pelo menos é isso que acredito ser nosso constante desafio, principalmente no ensino profissionalizante. Machado (2002) destaca que:

"...a formação escolar deve prover as pessoas de competências básicas, como a capacidade de expressão, de compreensão do que se lê, de interpretação de representações; a capacidade de mobilização de esquemas de ação progressivamente mais complexos e significativos nos mais diferentes contextos; a capacidade de construção de mapas de relevâncias das informaões disponíveis, tendo em vista a tomada de decisões, a solução de problemas ou o alcance de objetivos previamente traçados; a capacidade de colaborar, de trabalhar em equipe e, sobretudo, a capacidade de projetar o novo, de criar em um cenário de problemas, valores e circunstâncias no qual somos lançados e no qual devemos agir solidariamente." (p. 151-152)

Portanto, para ter sucesso nessa empreitada tão difícil, o docente deve recorrer a vários recursos em sala de aula. Se abusar ou exagerar na utilização de algum deles, seja o quadro-negro (ou lousa como queiram alguns) ou a mídia espetáculo da aula-show, estará sujeito a converter o ambiente no mais completo marasmo. Com isso, perdem a oportunidade de prover nossos discentes de competências básicas, tais como cita Machado (2002) acima. Nosso alunos devem ser motivados à leitura (interpretativa e crítica) e à discussão reflexiva, à resolução de problemas fazendo uso de suas experiências em consonância com a experiência trazida pelo professor.

Observa-se na maioria das Escolas um disputa acirrada pela reserva desses recursos multimidiáticos. Não que não seja uma forma pós-moderna de apresentar conteúdos, principalmente pela facilidade na exposição de imagens e no uso de um colorido que deixa o quadro-negro na pré-história. Mas convenhamos, o data-show não é um recurso exclusivo para atuação docente. Será que não temos outras alternativas tão interessantes quanto essa como forma de motivar nossos alunos na busca por competências? Muitas vezes, tanto a aula expositiva no quadro-negro pode ser desmotivadora quanto a aula expositiva no data-show. A única coisa que se modifica é o formato, pois o objetivo alcançado pode ser idêntico. Muitas vezes o uso do data-show, principalmente se utilizado no "escurinho do cinema", pode levar a uma malimolência extrema.

Celso Antunes em sua obra "Professores e Professauros", à qual recomendo, destaca que uma boa aula deve abrigar cinco atributos essenciais:

a) Protagonismo - Onde o aluno é o eixo do processo educacional e não um espectador com a função de ouvir.

b) Linguagem - Proporcionar um ambiente de aprendizagem que permita tanto com o professor quanto com os colegas, discussões, debates, interrogações, sugestões, análises e propostas.

c) Administração de Competências Essenciais - A sala de aula deve ser o palco central de estímulos a diferentes competências essenciais à aprendizagem, em busca de uma visão sistêmica.

d) Construção de Conhecimentos Específicos - Ligar o que se aprende ao que já se sabe, fazendo uma ponte entre o que se aprende e a vida que se vive.

e) Auto-avaliação - Descobrir que a aula foi um efetivo instrumento de transformação, uma mudança de estado entre o que se sabia antes de ela começar e o progresso posterior constatado.

Por tudo isso é necessário refletir se não estamos exagerando ou abusando no uso de algum tipo de recurso necessário à nossa prática docente. Não temos deixado de lado práticas importantes como a pesquisa na biblioteca, a elaboração e apresentação de trabalhos ou a resolução de situações-problema desafiadoras?

Prof. Jairo Brasil é Mestre em Educação pela Unisinos e docente em escolas técnicas profissionalizantes da região metropolitana de Porto Alegre.

domingo, 15 de agosto de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

ESQUECERAM A PMERJ... (DE NOVO???)






23 D.A.R.E. Conferência Internacional de Treinamento

em Cincinnati, Ohio
Patrocinado pela D.A.R.E. América


Lamento que a PMERJ tenha, mais uma vez, perdido o "Bonde da História", aliás acredito que seja possível relacionar tal "esquecimento" com àquele que achava que assumir o PROERD era só viajar, passear em Orlando etc etc e não implementar nada do que foi repassado nas Oficinas de Treinamento da Conferência (até pq há notícias da não participação do mesmo nos treinamentos). Hoje, com um treinamento iniciado para formar recrutas (sem qualquer experiência/vivência policial - rompendo com a filosofia do Programa) para atuarem nas UPPs, seria importante que o Centro de Capacitação pioneiro do PROERD no Brasil se reporte aos mais modernos para poder atualizar sua atuação. É lamentável, pois quem muito abaixa...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Divulgando e Protegendo

É sempre bom divulgar e proteger!
BlogBlogs.Com.Br

quarta-feira, 21 de julho de 2010

BENDITO O BRILHO NO OLHAR DAS CRIANÇAS

Hoje, quase dois anos após estar afastada do PROERD, relembrei grandes momentos e me dei conta de que o que sempre falei agora faz parte do universo do novo Coordenador.
Sr. TENCEL Nélio renovou minha esperança de que dias melhores virão... Emocionei-me ao ouvir as palavras do Coordenador do PROERD "Emocionou ver o brilho no olhar daquelas crianças e a leitura da redação de uma aluna - filha de pais envolvidos com drogas e que viveu parte de sua infância em abrigos e que após ter participado do PROERD teve reforçado seu compromisso pessoal de se manter livre das drogas e violência". É Sr. TENCEL Nélio o senhor demonstrou ser um Oficial honrado, sensível aos problemas que permeiam a vida dessas crianças e, consequentemente, sei que entende a responsabilidade que tem em suas mãos ao conduzir uma equipe que entrará em sala de aula para promover a resiliência necessária para um público alvo que, na maioria das vezes, precisa do referencial dos Instrutores para fortalecer a auto estima. São crianças carentes de tudo, mas, principalmente de afeto. Quanto ao que o senhor me proporcionou com suas palavras e demonstração de RESPEITO posso lhe garantir que DEUS está conosco, pois o senhor não pode imaginar o bem que me fez!
Obrigada por tudo, obrigada pela sua humildade, obrigada por ter demonstrado reconhecimento ao meu trabalho. Conte comigo sinceramente!
LIDERANÇA é isso Sr. TENCEL Nélio, o senhor terá sucesso em todos seus empreendimentos porque sabe que ser Líder é conquistar pessoas através de palavras que nascem no coração, sabe que ser líder é conseguir ver o brilho no olhar das crianças como a maior forma de reconhecimento de nosso trabalho! Vestirei a camisa com muita honra e orgulho por tê-la recebido do SENHOR.
Tania Loos

domingo, 18 de julho de 2010

MEMÓRIA CURTA???

Disponível no site www.inverso.org.br

Manicômio Judiciário
Antidoping nos filhos
O Dia online (RJ)

07 de outubro de 2007

Programa para prevenir uso de drogas exibe vídeo polêmico

Gustavo de Almeida

Rio - A escolha de vídeo americano que sugere antidoping para manter os filhos longe das drogas, apresentado a 700 moradores de comunidades carentes do Rio, está causando polêmica. Produzido pelo programa norte-americano Dare e distribuído pela Narcotics Affairs Section, do Departamento de Estado dos EUA, o vídeo tem trecho em que a mãe de viciado morto por overdose recomenda três vezes: “Pais não podem deixar de fazer antidoping nos filhos”.

Especialistas são contra a medida. A discussão está fazendo o governo rever o assunto. O tenente-coronel Eraldo Viegas, coordenador nacional do Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública, diz que “será formado grupo de trabalho esta semana para readaptar o material”.

Dia 5 de setembro, a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) emitiu parecer criticando o material didático da NAV usado no Rio durante o Pan — incluindo o vídeo. “Fora da realidade brasileira” é a frase que resume o conteúdo do documento.

Apesar do parecer tão recente, a major Claudete Lenkuhl, da PM de Santa Catarina, responsável pela exibição, afirmou que o vídeo já deixou de ser usado. Ela diz que o material “só foi exibido na primeira fase do programa e substituído”. As palestras foram no Andaraí, Realengo, Pechincha e Centro. Ao todo, 30 PMs de vários estados aplicaram o programa e mostraram o vídeo.

NA INTERNET

Além de sugerir exames antidoping, há erros de português e informações divulgadas que levantam mais polêmicas ainda, como a de que é possível aprender a fabricar determinadas drogas pela Internet. O material didático foi fornecido pela funcionária brasileira da embaixada americana em Brasília Maria Eunice Abdanur. Ela recebeu Medalha dos 170 Anos da PM de Santa Catarina em 2005. A major Claudete conta que o material é dado por ONG de policiais norte-americanos que trabalha em mais de 50 países.

No vídeo exibido a pais de comunidades carentes, famílias americanas ricas, moradoras de mansões, exibem dia-a-dia distante da realidade de brasileiros que assistiram. O tenente-coronel Eraldo Viegas, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, diz que o programa aplicado no Pan não é de responsabilidade da Senasp e sim do grupo de trabalho. E adverte: “Na próxima semana faremos grande reunião para rever as cartilhas e adequar à realidade brasileira, inclusive revendo o antidoping. Quem não se adequar à padronização não terá verbas da Senasp para programas de prevenção às drogas”. Apesar das afirmações da major Claudete de que o vídeo é assunto superado, Viegas ressalta a urgência em adequar logo o material.

A capitã Tânia Loos, do programa antidrogas da PM do Rio, lembra que o programa foi rejeitado pela corporação fluminense. “Desde 2004 venho apontando os problemas, os erros e as excessivas referências americanas”, declara Loos.

As opiniões de mães que perderam seus filhos para as drogas divergem. A dona-de-casa Maria Fernanda (nome fictício) só descobriu que o filho fumava maconha quando ele morreu, vítima de bala perdida, durante confronto entre policiais e traficantes da favela onde comprava drogas. Ela defende que, se o antidoping for encarado como medida educativa, pode permitir que pais ajudem os filhos a se livrar do vício. Já Carmen Gilson, mãe de Ricardo Gilson, morto em 4 de abril de 1999 dentro de manicômio judiciário, diz que nem a dor da perda a faz concordar com a quebra de confiança entre pais e filhos. “Prevenção é amor, diálogo, atenção. Um exame desses seria coação”, diz Carmen.

ESPECIALISTAS CONDENAM USO DO VÍDEO NORTE-AMERICANO

Para Maria Theresa Aquino, psiquiatra do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Atenção ao Uso de Drogas, da UERJ, o uso de vídeo é “um horror”. A especialista vê o fato como amostra de que a prevenção de drogas no Brasil é “terra de ninguém”. “O primeiro que chegar e se estabelecer toma conta. A prevenção não tem dono, usam cartilhas equivocadas em vez de estabelecer união entre escola, pais e igreja. O antidoping nos filhos quebra para sempre o vínculo de confiança, o pacto com os pais”, opina a psiquiatra.

“E o que provaria o exame? O jovem pode estar em ambiente onde todos fumam, os pais fazem o teste e dá positivo. Ele vai responder pelo que não fez? Quem vai acreditar nele?”, lamenta Maria Theresa.

Coordenadora do Instituto Carioca de Criminologia, a antropóloga Vera Malaguti Batista também lamenta o uso do vídeo. “É a policização da relação entre pais e filhos. O pai passa a ser delegado, promotor, juiz, em vez de pai”, diz Vera. “Isso tem a ver com a geopolítica que os EUA querem impor para prevenção de uso de drogas.” Para a capitã Tânia Loos, coordenadora do Proerd no Rio, o modelo de educação preventiva inclui confiança total.

sábado, 17 de julho de 2010

PROJETO MEMÓRIAS CPR SESC MINEIRO GRUSSAÍ JUL 2010.wmv

PROERD?

Recebi do Instrutor do PREORD/RJ Oggioni o e-mail que transcrevo abaixo:

Fwd: Prestem atenção nas diretrizes, tem uma sobre o proerdQuinta-feira, 15 de Julho de 2010 14:18De: "Ricardo Jose Oggioni" Exibir informações de contatoPara: "Tania Loos"


Qual será o real interesse de desmilitarizar os órgão que estudam e trabalham sobre a questão das drogas? Pensem bem companheiros proerdianos...


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Luiz Eduardo Ferreira Gualberto
Data: 15 de julho de 2010 09:40
Assunto: Prestem atenção nas diretrizes, tem uma sobre o proerd
Para:



Qual será o real interesse de desmilitarizar os órgão que estudam e trabalham sobre a questão das drogas? Pensem bem companheiros proerdianos...

Seminário Política sobre Drogas: Avanços e retrocessos (http://blog.marchadamaconha.org/seminario-politica-sobre-drogas-avancos-e-retrocessos_1360)
Seminário Política sobre Drogas: Avanços e retrocessos

Na última quinta-feira (23), a ONG Viva Rio e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promoveram o seminário Políticas sobre drogas: avanços e retrocessos. Realizado na sede da FIERJ, no centro do Rio de Janeiro (RJ), o seminário fez parte da programação preparatória para a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), que acontecerá em agosto com o objetivo de definir princípios e diretrizes da política nacional de segurança pública.

A abertura do seminário foi feita por Rubem Cesar Fernandes, diretor-executivo da ONG Viva Rio. Houve ainda falas dos representantes do Ministério da Saúde, Madalena Libério, do Ministério da Justiça-Conseg, Luciane Patrício, e da Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), representada por Paulina Duarte. Também estiveram presentes José Mauro Bráz, da UFRJ, e Margarida Pressburguer, da comissão de Direitos Humanos da OAB.

Para Rubem Fernandes, não há consenso na ONU sobre o rumo das políticas de drogas no campo internacional. Para exemplificar, ele citou a UNODC (United Nations Office on Drugs and Crime e a UNGASS (UN General Assembly Special Session) , cujas conclusões apontam para o fracasso das guerras às drogas, a expansão do mercado ilegal e o crescimento do dano coletivo relacionado à proibição.

“Na prática nada acontece de novo. As mortes e as violações de Direitos Humanos continuam. A juventude é quem mais sofre com as mortes violentas no Brasil”, ressaltou Margarida Pressburguer, da UFRJ, que acha que as mudanças na política de drogas precisam acontecer o mais rápido possível. Segundo ela, as mortes violentas no país são fruto direto da proibição das drogas. “Precisamos de práticas urgentes” completa.

Para José Mauro Braz, a “universidade não pode ficar fora da discussão” das políticas de drogas, uma vez que a academia forma os futuros profissionais e possui o papel de apresentar uma genealogia das drogas. O discurso foi reforçado pela representante do SENAD, Paulina Duarte, que afirmou acreditar que “a legislação e a política se modernizam a partir do conhecimento cientifico e dos movimentos da sociedade civil”

Já a representante do Ministério da Saúde, Madalena Libério, acredita que o “paradigma de um mundo sem drogas é impossível” e que a política de drogas do Brasil deve ampliar o acesso ao tratamento e a redução de danos. Para Madalena, é necessário que haja uma mudança no estigma do usuário de drogas e que ele deve ser atendido em seu mais amplo contexto. Defendeu, ainda, que o tratamento moral tem que dar lugar a um atendimento complexo.

Contexto internacional e experiências estrangeiras

A primeira mesa de discussão do Seminário teve como tema principal “A política de drogas no cenário internacional” e foi composta por Ricardo Soberón, do TNI (Transnacional Institute), Graciela Touzé, da ONG Intercâmbios, e Glenn Greenwald, da Cato Institute. Mediada por Paulina Duarte, da Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD).

Durante o debate, foi apresentado o contexto da política de drogas no Peru, na Venezuela, na Colômbia e na Argentina. A experiência da Argentina e o contexto das políticas de drogas naquele país foram apresentados por Graciela Touzé. Segundo ela, o debate mundial sobre política de drogas encontra uma constante na oposição entre penalização e despenalização. Apresentando um histórico das leis que tratam de drogas, Graciela conclui que existe uma confusão jurídica em vigor na Argentina, onde o debate está em pleno curso. Diversas decisões favoráveis e contrárias a penalização do porte para uso pessoal foram feitas nos últimos anos no país vizinho. “Existem condições oportunas para uma revisão da atual política de drogas no mundo”, completa Graciela.

Histórico das leis sobre drogas na Argentina

1926 – Primeira lei sobre estupefacientes

1968 – Reforma do código Penal. Agrava a conduta do tráfico e descriminaliza porte para uso pessoal.

1974 – Primeira lei especifica sobre drogas. Porte é penalizado.

1978 – Questão das drogas passa a ser “Segurança Nacional”.

1986 – Maior conselho de justiça declara a inconstitucionalidade da penalização do porte para uso pessoal.

1989 – Lei 23.737. Penaliza novamente.

A experiência portuguesa

A inovadora experiência portuguesa de descriminalização das drogas foi reportada por Greenwald, a partir do relatório “Drug Decriminalization in Portugal”. Greenwald fez uma pesquisa para analisar os 8 anos da política portuguesa de descriminalização das drogas. Segundo o pesquisador, o debate sobre drogas deve ser baseado em evidências empíricas, a fim de eliminar as fantasias que dificultam o olhar cientifico.

Em 1999, o governo português iniciou um amplo debate, visando o crescente problema do uso de drogas injetáveis e de crack. Para livrar o debate das influencias políticas e morais, uma comissão foi criada com especialistas do setor de saúde. Depois de 18 meses pesquisando e compilando dados sobre o uso de drogas, a comissão conclui que somente a descriminalização de todas as drogas poderia resolver dois problemas básicos. O primeiro seria causado pela prisão e criminalização, que cria medo e afasta o governo da população. O segundo teria origem na grande quantidade de dinheiro investido nas prisões, no sistema jurídico penal, na policia, e pouco sobra para saúde e educação.

“O que antes era um motivo de debates acalorados e defesas energéticas, divergências quase religiosas, virou um amplo consenso” diz Glenn sobre a atual leitura portuguesa sobre a experiência. “A policia também entendeu que este é o melhor modelo”, completa.

Princípios e diretrizes necessários para uma mudança no paradigma da política de drogas

Em atividade realizada durante o Seminário Temático, os participantes tiveram a oportunidade de reunidos discutirem sobre quais seriam os princípios e as diretrizes necessárias para que haja uma mudança no paradigma da política de drogas. O resultado pode ser conferido abaixo.

São princípios:

Respeito ao princípio constitucional da autonomia do individuo
Pesquisa cientifica gerando informações qualificadas como base das políticas públicas
Respeito, Promoção e Proteção dos Direitos Humanos
Primazia da Prevenção na construção de políticas públicas
Políticas públicas baseadas na racionalidade individualização e proporcionalidade
Políticas públicas baseadas na racionalidade e nas evidencias cientificas isentas de questões morais e religiosas
Visão sistêmica (Integrada)

São diretrizes:

Valorizar saberes locais/tradicionais na construção das políticas públicas sobre drogas
Introduzir nos parâmetros curriculares do ensino médio e superior conteúdo referente às drogas e seus efeitos
Disponibilizar verbas para a pesquisa e para a disseminação dos resultados e suas conclusões
Capacitação e qualificação dos profissionais que trabalham com drogas na perspectiva interdisciplinar
Alteração da lei de drogas com base nos princípios da proporcionalidade, taxatividade e racionalidade, especialmente na tipificação do tráfico de drogas
Capacitação de pais e professores para a prevenção ao uso de drogas se evitando a intervenção de terceiros diretamente no processo educacional
Inserção de conteúdos de prevenção ao uso de drogas e redução de danos aos programas da universidade e academias de policia
Respeito à diversidade cultural, garantias individuais e acesso a justiça – reformas processuais
Promover amplo debate na sociedade sobre a descriminalização das drogas
Não discriminar nenhum segmento social ao tratar da questão de drogas
Descriminalizar e regulamentar o uso de drogas
Descriminalizar o uso pessoal e controlar a produção para fins terapêuticos
Desmilitarizar as ações e as metodologias de prevenção (ex. Proerd)
Desmilitarizar a Senad
Ampliar as hipóteses de penas alternativas e liberdade provisória, reduzindo a possibilidade de prisão
Ampliação das estratégias de redução de danos
Fomentar e incentivar a pesquisa empírica sobre prevenção, uso e trafico
Políticas públicas de drogas devem ser baseadas na não criminalização do usuário e na não violação dos seus direitos
Colocar o ser humano no centro das políticas de segurança no lugar do patrimônio
Formação de políticas públicas voltadas para o usuário
Foco na saúde com resguardo dos princípios bioéticos e ampliação das estratégias de redução de danos
Fortalecimento da ação do redutor de danos como agente de saúde.

Enfim, no momento em que os Instrutores não se deram conta, ainda, que são manipulados enviei a seguinte resposta ao Proerdiano Oggioni, o que se auto intula "cabeça pensante do PROERD" (rs)... Reflitam todos:


Oggioni, saudações!
Em primeiro lugar quero alertar sobre a questão da atual legislação sobre drogas brasileira (cujo relator, no primeiro momento foi nosso atual Governador - lembro que na fase de elaboração do Projeto de lei cheguei a emitir Parecer para o então Governador Garotinho esclarecendo sobre todoas as possíveis consequências da aprovação) mas, eu estava presente em Brasília e a apresentação do "Sérgio" deixou clara sua posição favorável à descriminalização e, possível, liberação, logo nada do que aqui se expõe me causa surpresa. Nossa atual legislação já dá prioridade à Redução de Danos e um atendimento diferenciado ao usuário (o que deixa lacunas na lei para que advogados deitem e rolem); quanto ao PROERD tb não me surpreende o conteúdo até porque a própria Dra Paulina emitiu Parecer contrário aos muitos aspectos equivocados no novo modelo que atualmente o RJ está adotando. Um outro problema que expõe o PROERD e que, consequentemente, fomenta as críticas é o discurso manequeísta usado pelos instrutores, as inúmeras contradições existentes no currículo, a realidade brasileira e, principalmente, o desconhecimento da maioria dos Instrutores sobre a INTENCIONALIDADE do currículo, sugiro que você leia Michel Foucaut (Vigiar e Punir - que traça o retrato perfeito do controle social exercido mesmo que subliminarmente), vide também a tese de doutorado de uma senhora do Estado de Santa Catarina (não me recordo agora o nome da Professora-Autora e constate a visão acertada que a mesma tem sobre o que sempre falei sobre a necessidade de se capacitar Instrutores PROERD no campo educacional, até para que tenham o direito de usar o título de Educadores Sociais, o quê na verdade não o são, pois um Educador Social tem formação específica após conclusão de um Curso Superior), leia também Manicômios, Prisões e Conventos (de E. Goffman - você terá uma melhor compreensão sobre o que são as Instituições Totais, como é o caso da nossa PM) , mas indico com maior ênfase que você leia Discurso e Poder - de Teun A. van Dijk, pois neste livro você perceberá as estratégias usadas pelo Poder Dominante com o objetivo de manter a mesma ordem social, as desigualdades e, sobretudo, o discurso ideológico para a manutenção do status quo separatista e fragmentador da sociedade. Acredito que vc como cabeça pensante saiba que o nosso próprio 01 tratou o PROERD, em seu primeiro livro, como PROFETA (no maior e melhor estilo crítico ao que fazíamos por estar acreditando fazer o melhor, mas que na verdade a maioria desconhecia totalmente os fundamentos que diferenciam a INTENCIONALIDADE da PRÁTICA PEDAGÓGICA. É, meu amigo... nada mais me surpreende nesse país, especialmente no nosso estado onde não podemos fazer manifestação para melhoria salarial, mas podem fazer politicagem com o PROERD, como hoje vi... uma grande formatura num Centro de Convivência de um Político aqui pertinho de mim e que me causou ASCO, te juro que deu vontade de VOMITAR toda sujeira ali naquele local, principalmente porque faço estágio em Escolas aqui da Zona Oeste e tenho visto o novo padrão do Programa...
Não se assuste, mas prepare-se pois as forças do Poder Dominante ditam as regras e qualquer dia destes alguns estarão novamente tomando conta de porcos na antiga Escola XV...
Bjs

Tania Loos

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Rio-nostalgia.wmv

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A NOVA PERSONAGEM DO MAURÍCIO

Quebrando meu juramento de não fazer postagens relacionadas aos conteúdos blogados por outras pessoas e sair do campo da Educação,não me contive ao ler algumas coisas em um determinado blog. Mas com a licença do Maurício, acredito que a nova personagem criada (não por ele é claro) é de tamanha insanidade que conseguiu superar a minha...
A moça coloca a Instituição PMERJ no lixo, para ela TODOS os OFICIAIS são corruptos, violentos, burros, sem educação etc. Porém, esquece que jogar pedra na Geni é coisa antiga, prevista pelo grande Chico nos tempos de chumbo.
As mazelas existem, todos nós sabemos, mas não concordo que se deva colocar todos como farinha do mesmo saco. Todo radicalismo é BURRO, há necessidade de se relativizar todas as coisas sob pena de não o fazendo estarmos incorrendo em crimes como difamação, calúnia e/ou outros. O maniqueísmo existente no discurso da moça mais parece um discurso pronto, com base ideológica do poder dominante que quer lançar sementes da discórdia, da conspiração. O tal blog mais me parece ser uma estratégia poderosa para que os menos sensitivos, ou melhor, menos observadores, joguem na rede de computadores tudo aquilo que o PODER DOMINANTE deseja para explorar as possibilidades para manter o chamado "mal necessário".
Agora, comparando-a com a do Maurício percebe-se que o humor é semelhante...
Enfim, para quem se manifesta como uma salvadora, uma intermediária, uma interlocutora, em minha opinião, a personagem deveria mudar o foco, traduzir seus escritos para conquistar seu espaço educadamente e de forma diferente daquela que ela tanto critica. Da forma como está, me parece ser uma pessoa doente, recalcada e com uma forte tendência a ser uma sociopata (isso se for mesmo "uma defensora das praças"), porque por várias vezes analisando o discurso é possível ler nas entrelinhas o que se quer produzir no blog verdadeiramente. Lastimável, o ponto a que chegamos... Aconselhamento: Faz prova para a APM ou pede para sair, pois assim não está demonstrando coerência entre o que escreve e o que diz almejar(rs)...
Tania Loos

o AMOR exige atenção

terça-feira, 22 de junho de 2010

LEMBRANÇAS 2


Do tempo que o PROERD era apenas um programa que tinha por ideal dar às crianças oportunidade de decidir... Não atendia aos interesses politiqueiros...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

LEMBRANÇAS


Recebi esta mensagem dos amigos da Turma dos Leões, confesso que fiquei orgulhosa pelo irmão que tive, irmão que me acolheu, me escolheu e que sempre, embora do seu próprio jeito, me ensinou muitas coisas. E agora, depois que se foi me deixa mais forte os valores que me ensinou desde menina:Que as nossas AMIZADES é tudo que podemos ter de bom nessa passagem pela terra! A você meu irmão, mesmo que eu não te falado em vida: EU TE AMO!

"LEMBRANÇAS
Uma lembrança pode ser como muitas lembranças
Uma história pode ser como muitas histórias
Mas uma pessoa, como já sabemos
É e será sempre, UMA PESSOA
Se for superior, será exclusiva em moral e boa conduta
Se inferior, deixaremos o julgamento para o Nosso Senhor.
A história de um amigo que fez história.
Do nosso bairro, da nossa cidade, das nossas vidas.
UM amigo de fato e de boas lembranças
Um amigo de luz com aura de criança.
Um companheiro, u colega que todos queriam ter
Um filho que muitas mães gostariam e ter, e que infelizmente
Muitas, filho como ele, não tiveram,
Outras filhos nem têm.

Nós o tivemos por um tempo, tivemos você VERMELHO.
Como já dissemos, você faz parte da nossa história
Da nossa cidade, dos bairros de Pilares e Thomás Coelho.
Do futebol.do grande Fluminense que já foi base da seleção canarinho.
Muita paz GRANDE VERMELHO.
Muita luz do nosso DEUS que o levou envolvido em amo
Luz dos anjos que devem estar escutando suas inúmeras e belas histórias.
Aqui sempre estaremos rezando e torcendo por você
Agradecendo ao divino pelas inúmeras belas horas.
Que sia eternidade seja como o Sol que nos irradia.
Que DEUS sempre lhe guarde VERMELHO.
Até um dia!
Dos amigos Turma dos Leões, Dos amigos do Futebol"

Roberto S. Machado(Vermelho) N = 10/MAR/1946
F = 23/04/2010

domingo, 23 de maio de 2010

Gravidez Precoce Políticas Públicas e Educação_0001.wmv

O discurso do Grande Ditador

videoPerfeitamente adequado aos nossos tempos! Caros colegas, não somos massa de manobra,somos seres humanos... Juntos somos fortes!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

É BOM LEMBRAR...



Apenas para que não caia no esquecimento! Observem a notícia veiculada no Jornal O DIA, matéria do jornalista Gustavo de Almeida.
Será que farão mais uma covardia com a população carioca já tão sofrida?

quinta-feira, 20 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Secretário de Segurança sabe das coisas...

Palavras do Ilmo Secretário de Segurança do Rio de Janeiro Dr Mariano, em entrevista ao Jornal EXTRA sobre as UPPs:

"— Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai." (José Mariano Beltrame)

Nossa que legal! O secretário sabe disso (rs), perfeitamente aplicável ao PROERD.
hehehehehehe...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

POR QUE NÃO???

PARABÉNS À PMERJ que implantará o PROERD em comunidades "pacificadas" (???)
O que mata é a (des)informação...

Notícia veiculada nos jornais do RJ (trechos)

"Os 97 instrutores do Proerd entrarão a partir de agosto nas salas de aula de três escolas da rede municipal, uma estadual e duas mantidas pelas comunidades, nos morros da Providência, no Centro, no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e Babilônia, no Leme. As lições para as crianças terão duas horas de duração, durante cinco aulas. Já os pais, serão convidados a participar de palestras dentro das próprias UPPs, nos fins de semana e à noite, para conciliar horários de trabalho. Os alunos do 5º ano terão 20 aulas de drogas.

Segundo o responsável pelo Proerd, tenente-coronel Nélio Monteiro de Campos, as seis escolas foram mapeadas de acordo com as necessidades das áreas pacificadas, que possuam escolas dentro das próprias comunidades. Nélio explica que, nesses lugares, a aplicação do programa era impossível, já que a segurança do policial não era garantida:

- Nosso policial dá aula desarmado, como nós vamos entrar na Maré sem arma? - exemplifica, lembrando que as aulas não abrangerão justamente os jovens do Ensino Médio."
Ué, alguém poderia informar onde fica a E.M. IV Centenário?? Respondo eu mesma: na MARÉ, logo o PROERD em épocas pretéritas atuou na Maré sim, o que se buscou sempre preservar foi a integridade física das crianças em áreas de conflito.
Oxalá o programa seja um sucesso nas áreas mencionadas, que não seja usado politiqueiramente (nem o Programa, nem os Instrutores que me parecem não ter consciência dos fatos) e, ainda, que não coloque em risco as crianças.
Enfim, pq não a MARÉ?

sábado, 8 de maio de 2010

É HORA DE QUEBRAR O SILÊNCIO!

IMAGENS DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES FALAM POR SI SÓ... PRECISAMOS ROMPER COM O SILÊNCIO, ACABAR COM A HIPOCRISIA DO DISCURSO, DEMOCRATIZAR ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO E AGIR!
video

segunda-feira, 26 de abril de 2010

HOMOFOBIA EM UGANDA (África)

Recebi a mensagem abaixo através de uma grande amiga do PR, é inconcebível que, no século XXI, Uganda promova a homofobia nacional. O mundo precisa se posicionar... leiam com atenção e divulguem nosso REPÚDIO a tal prática.

DIREITOS HUMANOS URGENTE!!!

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Amigos da Net, :

Após assistir uma matéria na TV sobre a terrível homofobia em UGANDA, no continente Àfricano, onde uma proposta de Lei, apresentada para votação por um Deputado local "choca" toda a humanidade, pela notória manifestação da violação dos Direitos Humanos , onde a Lei defendida por todas as Nações (DIREITOS HUMANOS) , deva ser urgentemente praticada .
O autor da lei fala inclusive com desdém sobre nossa nação, e os pobres seres Humanos ( membros da diversidade local ) se manifestam timidamente, sentindo o pavor e Repugnação quanto ao fato, onde a lei trata da prática da pena de morte aos Homosexuais, prisão, entre outras violações do direito de ser Humano, direito á personalidade, sexualidade plena e liberdade de expressão .

A globalização tem feito mudanças notáveis em favor de um Mundo mais Humano, e este é o momento de nos unirmos por uma nobre causa, e a NET é nossa liada, façamos rodar o mundo esta mensagem !!!.

Att.
Paola Azevedo Prates
Brasileira, Militante dos Direitos Humanos e Diversidade !



Muita Luz e Paz !
Paola

segunda-feira, 19 de abril de 2010

DIA DO ÍNDIO




Escolas em festa, crianças saindo aos seus turnos "fantasiadas e caras pintadas", é 19 de abril DIA DO ÍNDIO, mas me questiono sempre: Será que contam a verdadeira história de extermínio, constroem com os alunos uma abordagem do tema revelando como, no passado e no presente, o povo indígena brasileiro´foi e continua sendo massacrado? Ou apenas fazem as crianças pensarem que é tudo muito legal? Então vamos brincar de índio, é isso? Gerando mais preconceitos, retirando das crianças a possibilidade de enxergarem por detras dessa cortina de fumaça que o discurso ideológico vem pregando ao longo de nossa história...
Será mesmo que as escolas traçam os paralelos entre mudanças e permanências na vida desse povo brasileiro tão sofrido?

domingo, 11 de abril de 2010

Minha participação no Fórum da EJA na Plataforma CEDERJ

Encontrei neste espaço uma forma de expressar minha satisfação em estar trocando experiências com outros colegas do Curso de Licenciatura em Pedagogia, na disciplina de EJA, sob a batuta do Professor Antônio, a quem manifesto meu respeito e consideração. Esta postagem complementa a apresentação sobre Andragogia, pois esboça minha concepção sobre a Educação Pública de qualidade para todos,logo a EJA deve ser contemplada.

"Minha experiência não é exatamente em EJA, mas com grupos de pais/responsáveis que participavam de oficinas temáticas para redução da violência e consumo de drogas por adolescentes e crianças em Escolas da Rede Oficial de Ensino, onde o Programa que eu coordenava era implantado. Considero que a experiência tenha sido válida, pois me fez ver a diferença que se revela entre a prática docente com crianças e com adultos, permitindo estabelecer um comparativo de ações e estratégias que deveriam ser adotadas nessas oficinas para adultos em sala de aula. Durante o tempo que atuei com esse público, múltiplas vivências subsidiaram meu entendimento e, hoje, posso afirmar que a andragogia mais que uma ciência é uma arte; a arte de saber ouvir e muitas vezes saber ouvir o que é dito apenas pela expressão corporal, por um olhar e/ou por uma atitude nem sempre amistosa. Por isso, o Educador em EJA precisa conquistar seu público-alvo e buscar conhecer a história de vida de cada um daqueles que ousou voltar aos bancos escolares (isto porque muitas vezes para que essa volta aconteça, muitos desafios precisam ser vencidos, muitos obstáculos e preconceitos precisam ser quebrados), precisa aceitar as diferenças e respeitar a individualidade e tempo de cada aluno.

Da minha pequena experiência com adultos, em sala de aula, pude inferir algumas conclusões que, hoje, me possibilitam responder aos quesitos formulados no Fórum, podendo mencionar:

1º - Prática aproveitável: estabelecer com os alunos um contrato de convivência, onde cooperativamente as regras do “jogo” fiquem claras para todos. Assim, o grupo fica comprometido e, no caso, de algum aluno romper com os combinados será o próprio grupo que cobrará dele a mudança de postura.

2º - Prática reprovável: Tratar adultos como se fossem crianças, utilizando as mesmas estratégias, materiais e recursos pedagógicos pouco atraentes para os mesmos. Importante citar, também, que outra prática reprovável consiste no fato de um Educador não ter sensibilidade e causar constrangimento ao determinar que um aluno leia em voz alta para toda classe.

3º - Perda de tempo: Chamar a atenção de um adulto na presença de outros causando desconforto e /ou tratá-lo da mesma forma autoritária que muitos educadores tratam as crianças em sala de aula, por exemplo, não entender que o corpo do adulto apresenta necessidades diferentes das crianças, sua fisiologia difere da criança, logo é perder tempo tentar manter um aluno adulto na mesmice, sentado em silêncio, não permitir que se levante ou vá ao banheiro etc.

4º - Experiências exitosas: Utilização de técnicas de facilitação no processo para a aprendizagem significativa, por exemplo, promover a troca de experiências entre o grupo através de uma dinâmica denominada “discussão circular”, essa técnica permitirá que os alunos indiquem um tema para a discussão, contextualizado e do interesse de todos, o educador agirá como moderador e registrará os pontos importantes da discussão para posteriormente escrevê-los; uma outra experiência legitimada é a leitura feita pelo educador de uma manchete de jornal que trate de assunto de interesse coletivo, solicitando as opiniões de cada aluno, fazendo uma síntese das principais idéias no quadro (tempestade de idéias). Enfim, usar técnicas que mobilizem e estimulem os alunos a ampliarem a visão de mundo.

5º - Conceitos e valores explicitados nestas práticas: O cotidiano do educador da EJA permitirá, certamente, a formação de sólidos valores como solidariedade, cooperação, mudanças comportamentais, ao mesmo tempo em que fomentará a auto-estima dos alunos que guardará relação com sua própria forma de se ver no mundo, pois a construção de melhor qualidade de vida para jovens e adultos que retornam seus estudos é, sem dúvida, uma prática que faz do Educador da EJA um agente transformador das múltiplas realidades sociais.

Por fim, quero parabenizar o Professor Antônio pela iniciativa de ir além de um fórum acadêmico e os colegas por já terem compartilhado suas vivências. Espero também ter contribuído.

Bjs, Tania Loos - Pólo Maracanã"

Andragogia 2010

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terça-feira, 6 de abril de 2010

GOL CONTRA

Ah... se eu ainda fosse PROERDIANA! Juro que sentiria VERGONHA...

Vergonha de querer a qualquer preço colocar qualquer um para fazer divulgação de um trabalho que na sua essência tem a intencionalidade de modificar a qualidade de vida das crianças, mas que ao mesmo tempo nos leva ao questionamento: será que temos mesmo que "fazer tudo que seu mestre mandar?"

Voltamos a era das "cartilhas dos Simpsons" que em minha opinião jamais serviu de referencial para nossas crianças... voltamos a era em que uma certa funcionária da Embaixada Americana nos chamava de Tupiniquins e apenas alguns como eu batiam de frente e dizíamos "tenho orgulho de ser Brasileiro, isso mesmo com "B" maiúsculo. Porém, quando instrutores do PROERD associam a imagem de um atleta que mantém ligações, no mínimo, questionáveis, com homens armados até os dentes para frequentar com "tranquilidade" um baile em determinada Comunidade no RJ me preocupa e tenho certeza que há de preocupar também a Coordenação do Programa da co-irmã. Quiçá os Instrutores gravaram o vídeo e à revelia do Comando o submeteram à apreciação pública num dos sites mais visitados internacionalmente. Lamentável fato!
GOL CONTRA!

PEQUENA HOMENAGEM


Aí vai uma pequena homenagem ao meu mais novo amigo blogueiro e proerdiano:

Espero que um dia, no RJ, alguém valorize o trabalho educacional feito por vc e outros Proerdianos e que as VTRs sejam todas assim...
Bjs
Tania Loos

MANGUEIRA A TRISTEZA E A DOR NO CENÁRIO


Jamelão era um intérprete e tanto, especialmente qd cantava: Mangueira teu cenário é uma beleza...
Porém horas depois de minha lente ter capturado a beleza daquele cenário, de um dos corredores da UERJ, a tragédia mostrou a cara e hoje o cenário é de dor, lamento e, certamente, os surdos se calarão e nossas autoridades... essas jamais assumirão a (i)responsabilidade com nosso povo! Só nos resta agora chorar as vidas perdidas e dizer NÃO na hora certa (urnas) aos covardes que preferem o cenário de Paris...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Diálogo entre a graduação e a pós-graduação


Queridos amigos, saudações!
Nenhum brasileiro, que reconheça suas raízes poderá perder a oportunidade de participar de importante evento... Estarei lá e convido todos vocês! Pessoal do Leitura Mesquita vamos lá (Lucélia te espero)...

domingo, 28 de março de 2010

Educação também dá meia-volta e avança!

Os absurdos continuam acontecendo, não é só na PMERJ que se dá meia-volta e avança (retrocede), leiam o testemunho da Professora Denise Vilardo...

"Uma verdadeira barbaridade!!

Caríssimos e caríssimas,

Começo nesse nosso espaço fazendo uma denúncia, e contando com esse valoroso grupo para me ajudar a divulgar o que vem acontecendo com as escolas municipais da cidade do Rio de Janeiro.

Finalmente, a SME/RJ está utilizando as verbas a ela destinada desde sempre. A Claudia Costin, como boa administradora que é, e já tendo tido experiência em outros cargos governamentais, inclusive na esfera federal, sabe direitinho onde o dinheiro está e tem captado literalmente tudo o que é possível captar. Mas...

Apesar de todos os avanços no campo administrativo que estão sendo realizados nessa gestão, a orientação pedagógica está uma verdadeira barafunda!

Dentre as inúmeras propostas de "salvação" que a SME/RJ anda apresentando aos professores, de maneira absolutamente arbitrária, está uma cartilha, baseada no método fônico ou fonético - muito utilizado nos anos 50/60 e que é condenado por todos os estudiosos do assunto, desde a década de 80.
As cartilhas chegaram para serem distribuídas para as escolas cujos alunos têm dificuldade na aprendizagem da leitura. É um projeto caro, encomendado a um Instituto chamado Alfa e Beto. Chama-se "Aprender a ler" e tem um livro suplementar, com pseudo histórias para os alunos.

Com essa cartilha, pretende-se alfabetizar, finalmente, as crianças... a justificativa é que, com os métodos anteriores, as crianças não obtiveram sucesso. Posso afirmar que a metodologia do ensino de alfabetização que era orientada aos professores nunca chegou a ser implantada efetivamente no nosso município - por motivos políticos.

Desde 2002, ainda na gestão do Prefeito César Maia, as capacitações em serviço para os professores da Rede Pública Municipal foram suspensas.

As atualizações para os professores foram retomadas no final de 2009, já na gestão do Eduardo Paes. Esse vácuo de 7 anos para o magistério foi fatal. Haja vista a pesquisa recentemente publicada, em que os professores culpam as famílias dos alunos pela não aprendizagem dos mesmos. (O pior é que a SME/RJ também acredita nisso uma vez que lançou uma "cartilha" para as mães - e somente elas - aprenderem a acompanhar os filhos em seus estudos. Isso é, no mínimo, grotesco...um dos conselhos dado às mães, é que tenham um local adequado em suas casas, para as crianças estudarem. Um local silencioso, com boa iluminação, boa ventilação e confortável...) Têm ideia de qual planeta vive quem escreveu isso vive?

Retrocedemos 20 anos no pensamento pedagógico dessa Rede.

Algumas outras propostas de salvação do ensino na Rede Pública, são, ainda, a volta da 2ª época e dos deveres de casa...

Voltando à cartilha de alfabetização, envio um dos textos para vocês verem, com algumas observações iniciais.

*Minha chinela amarela*
/"Olá, eu sou o Charles.
Eis a minha chinela.
Minha chinela é amarela.
Eu chamo minha chinela de Chaninha!

Chaninha vive no armário
De manhã, Chaninha sai do armário e vem para mim.
E Chaninha vem me ver, cheia de charme!

Eu saio ao sol, eu e a minha chinela...
Eu saio na rua...
Eu e a minha chinela.
Eu e a minha Chaninha! Lá vamos nós!

Às vezes, eu suo muito.
Eu suo na Chaninha.
Aí, ela cheira mal!
Uuuuu! Ela cheira a chulé!

Se dá chulé na Chaninha, mamãe leva e lava.
Mamãe lavou, lavou e a Chaninha furou.

Hum, a chinela é cheirosa afinal!
Chaninha é velha.
Mesmo assim ela é maravilhosa!"/

1 - Qualquer professor de Língua Portuguesa pode atestar que isso acima é quase um não-texto, porque possui débeis elementos básicos
de coesão, e baixíssimo nível de coerência. São quase frases soltas;
2 - costumamos dizer que esse tipo de não-texto imbeciliza os alunos;
3 - é também inadequado para a faixa etária a que está endereçado;
4 - não utilizamos chinelas no Rio de Janeiro;
5 - Charles é um nome, ah digamos... não brasileiro;
6 - e, Chaninha, na minha terra é... vocês sabem o que significa.

Sou profª da Rede Municipal há 32 anos e nunca vivenciei nada semelhante. Nunca a SME foi tão retrógrada, com atitudes tão conservadoras e tão inconsequente em seus atos.

A Claudia Costin tem uma mídia hiper forte com ela, que é excelente administradora, mas não entende bulhufas de Educação e nem a equipe que montou para assessorá-la. E os professores ah, digamos, mais conscientes, estão sem espaço pra contar suas histórias. Só aparece o que dá cartaz ao governo, e que está apenas na superfície.

Pra terminar, outra "história" tirada da cartilha:

*Zé e Zuza*

/"Zé amola seu mano Zuza.
- Ei, Zuza zonzo!
- Não amola, Zé!

Uma manhã, uma luz iluminou Zuza.
- O Zé não me amola mais!

Zuza assou uma massa de sal numa noz.
- Uma noz, mano Zuza! Eu amo noz! Ulalá!

E zás!
Ai, ai, ai!
Noz com sal?
Zuza amolou o Zé, ou não?

O Zuza não amolou.
- Amo noz! amo sal! Noz e sal, uau! Amei!

Ué, nem o sal na noz amola o Zé!
- Ô, mano Zé lelé!
- Ê, miolo mole!"/

Parece sacanagem? E é!!! Sacanagem com os meninos e meninas das escolas públicas municipais do Rio de Janeiro.

Obrigada pela atenção

Denise Vilardo"

Compete a todos nós EDUCADORES nos posicionarmos contra os desmandos que acontecem, e, de vez, mudarmos a atitude "sair da passividade, do conformismo" e partir para a pro-atividade em prol de uma Educação de Qualidade para TODOS.
Tania Loos



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sábado, 20 de março de 2010

DISCURSO E PODER

Saudações aos amigos!

Acessando meus blogs favoritos observei que, finalmente, meu amigo Wanderby voltou a postar e com as mesmas características de sempre: inteligência, bom senso, alta capacidade de comunicar idéias e, sobretudo, gerando empatia com seus seguidores.

Lendo algumas postagens do Wanderby e outras do CEL Paul lembrei-me de trechos do livro que estou terminando a leitura: Discurso e Poder - Teun A. vanDijk.

O livro se reporta aos ECD (Estudos Críticos do Discurso) tratando de problemas sociais complexos para os quais o autor aponta a necessidade de se desenvolver ou aplicar teorias e métodos complexos de várias disciplinas e, ao mesmo tempo, satisfazer os critérios sociais relevantes para grupos dominados. E é aí que vejo dois incríveis "personagens" da nossa história (Wanderby e Paul) que não se submetem ao Poder Dominante, não se rendem ou se deixam controlar pelo poder institucional que nos quer "calar a boca".

Assim, observem o que diz o autor sobre discurso e reprodução do Poder Social:

Tradicionalmente, controle é definido como controle sobre as ações de outros. Se esse controle se dá também no interesse daqueles que exercem tal poder, e contra os interesses daqueles que são controlados, podemos falar de abuso de poder. Se as ações envolvidas são ações comunicativas, isto é, o discurso, então podemos, de forma mais específica, tratar do controle sobre o discurso de outros, que é uma das maneiras óbvias de como o discurso e o poder estão relacionados: pessoas não são livres para falar ou escrever quando, onde, para quem, sobre o que ou como elas querem, mas são parcial ou totalmente controladas pelos outros poderosos, tais como o Estado, a polícia, a mídia ou uma empresa interessada na supressão da liberdade da escrita e da fala (tipicamente crítica). Ou, ao contrário, elas têm que falar ou escrever como são mandadas a falar ou escrever.

Felizmente esse controle, o exercício da violência simbólica (instituída para tirar a voz de quem ousa dizer verdades) não nos afeta, precisamos de mais Wanderby's, Paul's, Luiz Alexandre's e tantos quantos quiserem manifestar-se contra o Poder Dominante, porque somente assim conseguiremos a transformação social desejada.

É livre a manifestação do pensamento, por isso rendo minha homenagem ao autor do livro que está clarificando minha mente e aos ilustres companheiros. Rogo que continuem, não se deixem levar pelo discurso dominante que, paralelamente ao controle da fala e da escrita, exerce abuso de poder quando quer manipular mentes. Dessa forma quero registrar, ainda, que, segundo meu entendimento, a força do Poder Dominante já cooptou pessoas, agindo de modo semelhante aos americanos: "se eu não posso calar essa voz que essa voz fale o que eu quero que seja dito"...

Espero postar, em breve, outros recortes do livro, especialmente, os relacionados à intervenção do Poder Dominante no Discurso Midiático.

Tania Loos (manifestando-se livremente, sem medo de ser feliz)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A TRAMA DO AGIR: PMERJ CARNAVAL 2010

Considero que em todas as classes profissionais hajam adeptos dos festejos carnavalescos, mas por favor alguém pode me informar quantas professoras, enfermeiras, médicas, juízas etc desfilaram nas Escolas de Samba do RJ? É importante que homens e mulheres que compreendem a diversidade cultural de nosso país possam participar sem qualquer impedimento e se entregarem anonimamente aos blocos, escolas de samba, frevos etc. Juntam-se às comunidades e ali fazem parte do todo, é povão como qualquer outro cidadão!
O que lamento é, exatamente o oposto, a cegueira imposta pelo Poder Simbólico que usa e abusa de sua força e faz da MULHER trabalhadora uma seguidora fiel dos padrões de sutil violência que a impede de ver que estão submetendo a IMAGEM DO CORPO FEMININO como ponto mais importante que sua competência, profissionalismo e mérito.

Foi triste ver a imagem de uma FEM em trajes reveladores de seu contorno, esbanjando sorrisos feito uma hiena. Pois, para rebolar e rir tanto assim, fazendo a alegria de seus algozes, faz com que transmita a mensagem para o povo de que está tudo bem, que a população não precisa se preocupar, pois a violência no RJ se resolve como no Reinado de MOMO, com muita cerveja, muita droga "liberada" (afinal é carnaval), muita bunda de fora e muita sacanagem... E mais, a sociedade deve estar pensando que tanta alegria assim equivale a um salário digno, escalas de serviço compatível para que oficiais possam esbanjar alegria na avenida, e que tudo está 100% maravilhoso na cidade maravilhosa, caso contrário como tantas policiais estariam desfilando em posições de DESTAQUES?

O que mais causa indignação, como já afirmei antes, não é a participação e/ou a exposição do corpo, mas a exposição institucional e que ELAS não tiveram a criticidade necessária para entender essa trama no agir daqueles que deveriam preservar a Instituição e que optaram por minutinhos de fama através da exposição midiática que serviu para o esquecimento do chamado BTL da LIESA e à alienação do povo que esquece nos 3 dias de folia toda problemática que envolve a questão do sistema de segurança e olha apenas a MULHER, seu potencial de beleza e não o cognitivo/intelectual/operacional-técnico.
Assim, questiono o motivo pelo qual a mídia, no ano passado, não deu ênfase ao desfile de dois Coronéis (H) na Porto da Pedra, que fique claro um do RJ e outro do alto escalão do PR? Por que a mídia jamais deu destaque ao antigo sargentão do 13ºBPM que foi (ou ainda é, não sei) um grande Mestre-sala da Vila Isabel? O que farão as "desfilantes" quando de serviço forem chamadas por um humilde morador da comunidade, que com linguajar peculiar lhes fizer um elogio: "Nó, a senhora tava muito GOSTO.. no carnaval, deviam trocar sua farda por aquela"?

Infelizmente essa força do Poder Simbólico, essa Trama no Agir no Carnaval 2010, vai conduzir daqui pra frente a VIDA PROFISSIONAL dessas pessoas, serão "olhadas" apenas pelo que podem produzir ao "apagamento emocional da tropa e da população", é a palavra de ordem de uma violência simbólica que elas não conseguiram detectar... Elas podem dar adeus à MERITOCRACIA...

Tania Loos

domingo, 24 de janeiro de 2010

Evolução do Ensino de Matemática

"Educação"... Por: Prof Antonia Franco

A Evolução da Educação. Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas.Leiam relato de uma Professora de Matemática
Semana passada comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo? ( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Traumas, professora, terá o moleque quando fizer uma prova para ingressar em qualquer empresa... O trauma será tão grande, que saberá que é BURRO e os pais são estúpidos, incompetentes, incapazes de educá-lo...
Que a família e o governo faz o imbecil pensar que é o bicho, o foda, o todo poderoso, porem, na hora do colocar em prova seus conhecimentos, fica frustrado, acha que sacanearam e vai fumar maconha...
O grande problema é que está faltando o porrete adequado para as pancadas que deverão ser dadas, a fim de sanar o problema, visto que se não tomarem uma posição, serão incompetentes para dirigirem as próprias vidas e principalmente este País...
Lembrando que um dia os velhos morrerão e os novos deverão ocupar o lugar deixado...