sábado, 13 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 11

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QUEM SOU EU? QUEM É VOCÊ?

Poderíamos dizer que somos o somatório de nossas máscaras? Desempenhamos papéis sociais, em cada lugar, em diferentes momentos...
Quando há alteridade, há empoderamento das comunicações e, dessa forma, podemos enxergar através dessas diferentes máscaras, porque em sintonia somos tudo que queremos ser... e é assim que passamos a compreender o "EU" e o "OUTRO"...

DON JUAN DE MARCO - CENA 10



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Don Juan fala sobre suas crenças e de seu grande amor...
O que o faz ser tão convincente? Por que nos deixamos envolver nessa história que mistura ingenuidade e a essência do amor eros? O amor eros criticado e renegado pela Igreja, mas que aqui retoma seus contornos bem definidos. Conforme Friedrich Nietzsche, o cristianismo teria dado veneno a beber a eros, que, embora não tivesse morrido, teria recebido o impulso para degenerar-se em vicio. Nietzche exprimia assim uma sensação muito generalizada: com os seus mandamentos e proibições, a Igreja não nos torna porventura amarga a coisa mais bela da vida?
Ainda podemos sentir a alegria e a felicidade que só a amor pode nos oferecer...

DON JUAN DE MARCO - CENA 9

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Don Juan De Marco refere que a mãe tem o poder de colocá-lo em contato com a realidade. A cena revela, também, a influência das palavras no jogo da vida...Pode trazer a agressividade, pode modificar o estado de humor do "Outro". O jovem demonstra que não há diferenças entre o real e fantasia, que não há que se falar em mundos perfeitos...
Em que mundo estamos vivendo? Em que momento deixamos que o amor seja sucateado?