segunda-feira, 21 de outubro de 2013

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

NOVO BLOG

Queridos amigos, estamos com um novo espaço! Espero todos vocês por lá para os diálogos por uma Educação de qualidade! Sigam e, por favor, divulguem: Bjs Tania Loos

sexta-feira, 26 de julho de 2013

DANÇA CIRCULAR CCMQ

sábado, 6 de julho de 2013

Muambeiro Grupo Raça

sexta-feira, 14 de junho de 2013

MARCELE ME ENGANOU...

Marcele Lima choquei... você me enganou...



Você me ensinou que o uso de modernas tecnologias me traria para a Era Digital e eu poderia
contribuir para melhorar a qualidade da Educação no Brasil... Mas, hoje, percebo que as pessoas não estão preparadas para serem críticas, querem a democracia, porém não aceitam que eu seja diferente, que eu fale o que penso, não respeitam minha opinião, mas querem me ver engolir os sapos que eles criaram... Magoei, você não me falou a verdade sobre a ferramenta... Creio que vou mudar meu conceito de Redes Sociais...Não!!! O facebook não serve como ferramenta educativa? Terei que aprender a colar memes? ou a jogar até ficar alienada? Marcele você me enganou buá buá buá...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Índio quer respeito

Cordel da Prevenção

terça-feira, 23 de abril de 2013

MAIORIDADE PENAL AOS 16 ANOS? UM CONVITE À REFLEXÃO


As Redes Sociais servem ao debate saudável a respeito de questões relevantes, especialmente para àqueles que reivindicam as necessárias transformações no mundo. Então, aproveitando-me da leitura que estou fazendo de MIGUELEZ (s/a), destaco alguns trechos que caem como luva para causar o “desatino” dos desatinados, dos que evocam o maior rigor da Lei, para crianças e adolescentes, exigindo (mesmo sem saber como fundamentar) a redução da maioridade penal.
Vejamos alguns exemplos, das falácias brasileiras: “É só observarmos o efeito da Lei 8.666 de 21/6/1993 para vermos o processo de descaso em ação. Essa lei, cujo objetivo é regular a ação do poder público em relação a licitações e contratos, não é capaz de evitar todos os desvios que conhecemos na esfera pública. Boa parte das concorrências e contratos são resolvidos informalmente,, com grande discricionariedade dos titulares das pastas públicas, e as procuradorias e controladorias corrigem apenas seus aspectos formais. É comum observarmos, no cotidiano do poder público, “tomadas de preço” onde se pede a quem já se decidiu que quer que ganhe a concorrência que “consiga duas outras propostas para dar cobertura” e garantir, apenas formalmente, o cumprimento da lei cujo princípio fundamental, na prática, é ignorado – faz-se isso e fala-se disso com naturalidade, por reconhecer-se informalmente que a lei engessa a ação do tomador de decisão. Esse é o “segredo” mais bem guardado do país: todos sabem, mas fingem que não sabem.” (grifo meu)
A leitura de MIGUELEZ está me proporcionando reflexões que não me permito deixar de compartilhar com vocês. A autora nos alerta, apoiada em Buarque de Holanda, sobre o fato de que: “é no seio de nossa indiferença que nasce, na periferia, movimentos artísticos e de contestação que lançam novos olhares sobre a realidade e o cotidiano do jovem brasileiro: o funk, o hip-hop, a arte grafite, dentre outros, mas a dificuldade de dialogar com esses movimentos acaba por facilitar-lhes o isolamento ou a radicalização. Sua observação é clara e ela refere que o jovem da periferia não consegue se comunicar com a sociedade por nenhum meio – na economia política dos direitos comunicativos que se estabelece numa sociedade autoritária, estão condenados ao mutismo – como excluídos, só falam entre si. Formam guetos e, abandonados à própria sorte usam a arte como forma de extravasar sua indignação ou indiferença. No baile funk, dão as costas à moralidade já frouxa de nossa sociedade e levam ao limite a irresponsabilidade com seus próprios corpos. São vítimas da sua própria revolta e da falta de sentido e direção nas suas vidas. O aparente hedonismo que guia a sua ação é mais uma forma de filiação às tribos urbanas, de busca irrefletida por pertencimento do que uma opção de vida. Os adultos da sociedade brasileira abandonaram seus jovens e crianças das periferias para que descubram, por tentativa e erro, pelos métodos mais dolorosos e prejudiciais para eles mesmos, como agir no mundo”.
E agora? Querem reduzir a idade de forma tal que a maioridade penal atinja jovens (uns pedem 14 anos outros 16 anos) e os condenem mais uma vez pela irresponsabilidade de todos nós que há muito nos perdemos e nos fechamos em nossos castelos de areia...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO _ CENA 14

 

DON JUAN DE MARCO


SOFRIA DE  UM ROMANTISMO INCURÁVEL E ALTAMENTE CONTAGIOSO... 

É certo que como Don Juan De Marco, Don Octávio De Flores, Lyon e eu não aceitamos limites... somos livres, somos sonhos, somos fantasias, somos simplesmente amor...

A todos que se propuseram conhecer esse ensaio misto de loucura, poesia, amor pelo próximo, empatia e o firme propósito de transformar mapas mentais obsoletos através da fantasia, das palavras, das expressões corporais e do olhar, muito obrigada! (LOOS, T.)




terça-feira, 16 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 13


Sem medicação... Um tratamento diferente do convencional...
Entender que, muitas vezes, não precisamos manter o luto, que a fantasia diminui o sofrimento, pode e deve ser encarada, não como patologia, mas, antes, como uma forma de ver o mundo por diferentes ângulos.
Para viver um sonho não é preciso romper com a realidade, porém necessário é que se acredite ser possível! A base do sucesso são as chamadas comunicações efetivas, escutar com atenção e usar de empatia é o melhor remédio...
Afinal quem nunca sonhou e dedicou alguns minutos para sentir a felicidade de ser simplesmente aquele que deseja ser? 

DON JUAN DE MARCO - CENA 12


Vivemos e convivemos sem experimentar conhecer o "Outro"...

A modificação do comportamento do Psiquiatra surge em decorrência de sua experiência com a fantasia, com o espetacular mundo de Don Juan De Marco? A estética romântica torna a vida mais bela, afinal o que é belo para você?

sábado, 13 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 11


QUEM SOU EU? QUEM É VOCÊ?

Poderíamos dizer que somos o somatório de nossas máscaras? Desempenhamos papéis sociais, em cada lugar, em diferentes momentos...
Quando há alteridade, há empoderamento das comunicações e, dessa forma, podemos enxergar através dessas diferentes máscaras, porque em sintonia somos tudo que queremos ser... e é assim que passamos a compreender o "EU" e o "OUTRO"...

DON JUAN DE MARCO - CENA 10








Don Juan fala sobre suas crenças e de seu grande amor...
O que o faz ser tão convincente? Por que nos deixamos envolver nessa história que mistura ingenuidade e a essência do amor eros? O amor eros criticado e renegado pela Igreja, mas que aqui retoma seus contornos bem definidos. Conforme Friedrich Nietzsche, o cristianismo teria dado veneno a beber a eros, que, embora não tivesse morrido, teria recebido o impulso para degenerar-se em vicio. Nietzche exprimia assim uma sensação muito generalizada: com os seus mandamentos e proibições, a Igreja não nos torna porventura amarga a coisa mais bela da vida?
Ainda podemos sentir a alegria e a felicidade que só a amor pode nos oferecer...

DON JUAN DE MARCO - CENA 9


Don Juan De Marco refere que a mãe tem o poder de colocá-lo em contato com a realidade. A cena revela, também, a influência das palavras no jogo da vida...Pode trazer a agressividade, pode modificar o estado de humor do "Outro". O jovem demonstra que não há diferenças entre o real e fantasia, que não há que se falar em mundos perfeitos...
Em que mundo estamos vivendo? Em que momento deixamos que o amor seja sucateado?



sexta-feira, 12 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 8



E sobre a verdade... ela está dentro de cada um de nós! 
Entender a importância de relativizar e que não há uma única verdade é o começo da educação da consciência.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 7



A cena por si só dispensa qualquer comentário que eu possa fazer. Consolida a cena anterior e fortalece o entendimento de Wallon e sua Teoria da Afetividade (no sentido de afetar o outro). Merece destaque a questão sobre a linguagem utilizada na cena... Afinal, o corpo fala e os olhos revelam sentimentos e emoções de forma surpreendente. ALTERIDADE é a palavra chave. Só para lembrar: Rocco, o Enfermeiro, também foi "afetado" por Don Juan de Marco.
O que acham?

DON JUAN DE MARCO - CENA 6



O que fazer quando o "OUTRO" nos afeta? Don Juan de Marco está influenciando o comportamento e as atitudes do Psiquiatra, em que ponto a fantasia se confunde com a realidade? Alteridade = aceitação; Empatia + espelhamento = mudanças. Mudando o mapa mental o médico vai reconstruindo suas marcas, alterando hábitos, usando as palavras para se permitir novas experiências. O entrelaçamento da realidade com a fantasia vai conduzindo novos rumos, afinal quem somos nós? Precisamos de um rito de passagem entre a fase adulta e a velhice? Por que a jovialidade nos foge e reduz a chama que deveria arder em todas as fases da espiral do desenvolvimento humano? Don Juan De Marco nos mostra um caminho...
Precisamos de mais gente que AFETE pessoas... precisamos romper com o mito da senilidade, pois a chama sempre estará acesa, é apenas uma questão de como nos posicionamos na vida!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 5



Certamente para respondermos as proposições de Don Juan De Marco e alcançarmos o entendimento do que é amar de amor, precisaremos aceitar,antes, a complexidade da questão.
Fantasia e realidade... como definir os limites se o ser humano é um ser que se constrói, como ser humano em si e como ser social, conforme opera a síntese da identidade e da diferença.
É na conjugação de identidade e diferença que se produz o processo de autodesvelamento, conhecendo a si mesmo, ao mesmo tempo em que compreende o outro. Precisamos, portanto, entender que tomar consciência de si só é possível a partir do reconhecimento e aceitação da sua posição no mundo, do reconhecimento do sujeito em relação ao outro e pelo outro.
O que nos falta?  Como envolver as pessoas para que aceitem nossos "mundos"? Está faltando alteridade na humanidade.



segunda-feira, 8 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 4



É preciso muita ousadia e percepção do "Outro" para penetrar em seu mundo, saber exatamente o que separa o fantástico, a fantasia e a realidade. Temos que seguir os padrões? Apenas com empatia e espelhamento, vamos nos permitindo conhecer a linha tênue que separa a loucura da normalidade, e quem poderá dizer que é loucura o fato de o "outro" viver intensamente aquilo em que acredita para ser simplesmente feliz!? É preciso mais que empatia, é necessário que o ser humano se confronte e incorpore a alteridade em suas vidas!

domingo, 7 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 3


O que faria você mudar seus planos e decidir continuar? 
Um psiquiatra prestes a se aposentar insiste em assumir o caso de Don Juan De Marco...
Mera vaidade? Creio que não!
Faço minha aposta na capacidade de nos inquietarmos ante desafios, na nossa condição humana de buscar para o outro a dignidade que de outra forma não alcançaria. 
É patético quando o "outro" quer definir a nossa hora de parar... É patético quando o "outro" quer saber de você o que não reconhece em si mesmo.
Pergunto: De que maneira somos afetados quando permitimos intervenções distorcidas acerca de nossas escolhas? Quem poderá decidir quem sou, como sou, o que faço bem, o que devo fazer para continuar caminhando nos meandros da emoção, da fantasia e do real? Em que ponto da cena as personagens se confundem?
Continuo esperando feedback! bjs

sexta-feira, 5 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 2




DON JUAN DE MARCO DECIDE TIRAR A PRÓPRIA VIDA... 
UM PSIQUIATRA É CHAMADO...

Será que Freud começou assim?

Não podemos dizer como Freud se comportaria, mas a cena nos revela onde houve empatia, ou melhor, alteridade, a ferramenta eficaz nas comunicações.
Quando nos comunicamos com outra pessoa, percebemos sua reação e reagimos de acordo com nossos sentimentos e pensamentos. Nosso comportamento é gerado pelas reações internas àquilo que vemos e ouvimos. Só prestando atenção ao outro teremos uma ideia do que dizer ou fazer em seguida. E o outro reage ao nosso comportamento da mesma forma.
A comunicação envolve muito mais do que apenas palavras. As palavras são apenas uma pequena parte da nossa capacidade de expressão como seres humanos.
Precisamos reconhecer e respeitar o modelo de mundo do outro mantendo a própria integridade. A isso, em PNL, chamamos "rapport". Para envolver-se em alteridade, devemos nos juntar à dança da outra pessoa, reproduzindo sua linguagem corporal com sensibilidade e de maneira respeitosa. Dessa forma, uma ponte será construída entre você e o modelo de mundo da outra pessoa.
Em que momento da cena foi estabelecido o rapport entre o Psiquiatra e Don Juan De Marco?
Aguardo feedback, bjs!

terça-feira, 2 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 1


Somos o quê e quem acreditamos ser... Quem poderá contestar?
O que define ou distingue "normalidade" e "loucura"?
Quem pode assegurar o que é a minha realidade ou a minha fantasia?


"Consciência, na forma mais comum de pensar, de seus níveis mais básicos e mais complexos, é um padrão mental unido que junta objeto e self." (Damásio)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO: O MAIOR AMANTE DO MUNDO - UMA RELEITURA DOS CONCEITOS DE NORMALIDADE E LOUCURA ATRAVÉS DA PNL



Sinopse: Um jovem de 21 anos dizendo ser o famoso amante Don Juan vai até Nova York para encontrar seu amor perdido, mas, sentindo que seu objetivo não será alcançado tenta se matar. Um psiquiatra, chamado pela polícia, consegue convencê-lo a mudar de ideia e a tratá-lo sem uso das práticas convencionais, sem medicamentos. Ao longo do tratamento o paciente começa a influenciar o comportamento do médico. (adaptado do site "Golfinho")
Sem a pretensão de arguir a parte médica/clínica, desejo fazer uma releitura dos conceitos tradicionais que permeiam o senso comum sobre os limites entre a normalidade e a loucura. Em que ponto de nossas vidas deixamos de sonhar? O que nos faz paralisar ante ao amor? Onde se perderam nossos desejos, nossas mais conflitantes necessidades de afeto? Em qual realidade estaremos vivendo?
Vamos dialogar sobre o tema?
Tania Loos