sexta-feira, 12 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 8



E sobre a verdade... ela está dentro de cada um de nós! 
Entender a importância de relativizar e que não há uma única verdade é o começo da educação da consciência.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 7



A cena por si só dispensa qualquer comentário que eu possa fazer. Consolida a cena anterior e fortalece o entendimento de Wallon e sua Teoria da Afetividade (no sentido de afetar o outro). Merece destaque a questão sobre a linguagem utilizada na cena... Afinal, o corpo fala e os olhos revelam sentimentos e emoções de forma surpreendente. ALTERIDADE é a palavra chave. Só para lembrar: Rocco, o Enfermeiro, também foi "afetado" por Don Juan de Marco.
O que acham?

DON JUAN DE MARCO - CENA 6



O que fazer quando o "OUTRO" nos afeta? Don Juan de Marco está influenciando o comportamento e as atitudes do Psiquiatra, em que ponto a fantasia se confunde com a realidade? Alteridade = aceitação; Empatia + espelhamento = mudanças. Mudando o mapa mental o médico vai reconstruindo suas marcas, alterando hábitos, usando as palavras para se permitir novas experiências. O entrelaçamento da realidade com a fantasia vai conduzindo novos rumos, afinal quem somos nós? Precisamos de um rito de passagem entre a fase adulta e a velhice? Por que a jovialidade nos foge e reduz a chama que deveria arder em todas as fases da espiral do desenvolvimento humano? Don Juan De Marco nos mostra um caminho...
Precisamos de mais gente que AFETE pessoas... precisamos romper com o mito da senilidade, pois a chama sempre estará acesa, é apenas uma questão de como nos posicionamos na vida!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 5



Certamente para respondermos as proposições de Don Juan De Marco e alcançarmos o entendimento do que é amar de amor, precisaremos aceitar,antes, a complexidade da questão.
Fantasia e realidade... como definir os limites se o ser humano é um ser que se constrói, como ser humano em si e como ser social, conforme opera a síntese da identidade e da diferença.
É na conjugação de identidade e diferença que se produz o processo de autodesvelamento, conhecendo a si mesmo, ao mesmo tempo em que compreende o outro. Precisamos, portanto, entender que tomar consciência de si só é possível a partir do reconhecimento e aceitação da sua posição no mundo, do reconhecimento do sujeito em relação ao outro e pelo outro.
O que nos falta?  Como envolver as pessoas para que aceitem nossos "mundos"? Está faltando alteridade na humanidade.



segunda-feira, 8 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 4



É preciso muita ousadia e percepção do "Outro" para penetrar em seu mundo, saber exatamente o que separa o fantástico, a fantasia e a realidade. Temos que seguir os padrões? Apenas com empatia e espelhamento, vamos nos permitindo conhecer a linha tênue que separa a loucura da normalidade, e quem poderá dizer que é loucura o fato de o "outro" viver intensamente aquilo em que acredita para ser simplesmente feliz!? É preciso mais que empatia, é necessário que o ser humano se confronte e incorpore a alteridade em suas vidas!

domingo, 7 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 3


O que faria você mudar seus planos e decidir continuar? 
Um psiquiatra prestes a se aposentar insiste em assumir o caso de Don Juan De Marco...
Mera vaidade? Creio que não!
Faço minha aposta na capacidade de nos inquietarmos ante desafios, na nossa condição humana de buscar para o outro a dignidade que de outra forma não alcançaria. 
É patético quando o "outro" quer definir a nossa hora de parar... É patético quando o "outro" quer saber de você o que não reconhece em si mesmo.
Pergunto: De que maneira somos afetados quando permitimos intervenções distorcidas acerca de nossas escolhas? Quem poderá decidir quem sou, como sou, o que faço bem, o que devo fazer para continuar caminhando nos meandros da emoção, da fantasia e do real? Em que ponto da cena as personagens se confundem?
Continuo esperando feedback! bjs

sexta-feira, 5 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 2




DON JUAN DE MARCO DECIDE TIRAR A PRÓPRIA VIDA... 
UM PSIQUIATRA É CHAMADO...

Será que Freud começou assim?

Não podemos dizer como Freud se comportaria, mas a cena nos revela onde houve empatia, ou melhor, alteridade, a ferramenta eficaz nas comunicações.
Quando nos comunicamos com outra pessoa, percebemos sua reação e reagimos de acordo com nossos sentimentos e pensamentos. Nosso comportamento é gerado pelas reações internas àquilo que vemos e ouvimos. Só prestando atenção ao outro teremos uma ideia do que dizer ou fazer em seguida. E o outro reage ao nosso comportamento da mesma forma.
A comunicação envolve muito mais do que apenas palavras. As palavras são apenas uma pequena parte da nossa capacidade de expressão como seres humanos.
Precisamos reconhecer e respeitar o modelo de mundo do outro mantendo a própria integridade. A isso, em PNL, chamamos "rapport". Para envolver-se em alteridade, devemos nos juntar à dança da outra pessoa, reproduzindo sua linguagem corporal com sensibilidade e de maneira respeitosa. Dessa forma, uma ponte será construída entre você e o modelo de mundo da outra pessoa.
Em que momento da cena foi estabelecido o rapport entre o Psiquiatra e Don Juan De Marco?
Aguardo feedback, bjs!