quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Calouros são recebidos por Veteranos na UERJ 2011/2




Quem disse que veterano não pode receber os calouros com Trote? A turma do Curso de Licenciatura em Pedagogia, do Consórcio CEDERJ/UERJ, foi recebida pela Direção do Pólo Maracanã e pela Veterana 2008/1 com muito respeito e um trote que significou a Educação Cooperativa e Solidária. Na oportunidade da Aula inaugural, os calouros levaram um susto, mas logo entenderam que a doação de leite atenderia aos melhores propósitos! Sejam bem vindos!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

JCC Brasil I Encontro Nacional Multicultural

terça-feira, 9 de agosto de 2011

PARA CAROLINE

Veja filha o que encontrei no meu baú de saudades! Espero que você retome teu jeito especial de escrever. O escrito de 1995 está inserido na edição do IV Festival de Poesia do Colégio Realengo. Vale lembrar que você deixou três poemas de legado. Transcrevo na íntegra uma dessas jóias:

"GAFANHOTO HUMANO

Como por encanto
o homem aparece
E vai num gesto muito louco
destruindo, sem pena, sem limite,
Frio, cruel, desalmado...

Agride a natureza sem dó,
Numa ação, sem juízo,
Páre! abaixe o machado!
Desligue a moto-serra!
Não vê que a mãe natureza geme de dor?

Aos poucos
Perdemos as grandes matas,
Secaram-se as lindas cascatas,
Desapareceram jóias da fauna,
Nossos rios foram covardemente envenenados.

A natureza pede ajude, respeito...
Chega de fumaça,
De inúmeras clareiras,
Chega de caminhar por tocos queimados
Caídos sem vida no chão.

Pobre gafanhoto humano,
Não liga pro eu próprio destino,
Vive um mundo de ilusões,
E esquece que morrerá com a natureza
Que ele mesmo destruiu!!!



domingo, 31 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Clipe musical sobre economia de energia (Celesc)

sábado, 16 de julho de 2011

Marisa Monte e Julieta Venegas - Ilusion

quarta-feira, 22 de junho de 2011

FILOSOFANDO COM NIETZSCHE - 2

"O QUE NÃO NOS MATA NOS FORTALECE"

Em seus últimos anos, Sigmund Freud disse as célebres palavras: " Agradeço a vida por nada ter sido fácil para mim".

Ainda que a existência do criador da psicanálise tenha sido repleta de dificuldades, indivíduos como o neuropsiquiatra francês Boris Cyrulnik - que escapou ainda criança do campo de concentração onde morreu toda a sua família - passaram por circunstâncias muito mais dramáticas. Porém, em vez de causar sua destruição, essas experiências aumentaram sua força e fizeram dele uma pessoa mais sábia.
Trata-se de um processo chamado resiliência, que Cyrulnik comenta em Os patinhos feios:

"A resiliência é a arte de navegar pelas correntezas. Um trauma transtornou o ferido e o conduziu numa direção na qual preferia não ter ido. Pelo fato de ter caído em uma corrente que o arrastou e levou até uma cascata de problemas, o resiliente recorrerá aos recursos internos impregnados em sua memória e deverá lutar para não se deixar arrastar pelo curso natural dos traumas."

Se a correnteza não nos mata, como diz Nietzsche, acabamos ganhando uma experiência essencial que nos ajudará a salvar a nós mesmos e às demais pessoas em futuras provações.

Certamente Nietzsche me ajuda muito, pois hoje não me importo que tenham retirado meus créditos do material que formulei com a Pedagoga Gizela (de Brasília), pois sei que o que não me mata me fortalece. A Lei de Direitos Autorais é clara e, sobretudo, entendo que a retirada do meu nome no material sustenta minha tese de Assédio Moral.