terça-feira, 9 de agosto de 2011

PARA CAROLINE

Veja filha o que encontrei no meu baú de saudades! Espero que você retome teu jeito especial de escrever. O escrito de 1995 está inserido na edição do IV Festival de Poesia do Colégio Realengo. Vale lembrar que você deixou três poemas de legado. Transcrevo na íntegra uma dessas jóias:

"GAFANHOTO HUMANO

Como por encanto
o homem aparece
E vai num gesto muito louco
destruindo, sem pena, sem limite,
Frio, cruel, desalmado...

Agride a natureza sem dó,
Numa ação, sem juízo,
Páre! abaixe o machado!
Desligue a moto-serra!
Não vê que a mãe natureza geme de dor?

Aos poucos
Perdemos as grandes matas,
Secaram-se as lindas cascatas,
Desapareceram jóias da fauna,
Nossos rios foram covardemente envenenados.

A natureza pede ajude, respeito...
Chega de fumaça,
De inúmeras clareiras,
Chega de caminhar por tocos queimados
Caídos sem vida no chão.

Pobre gafanhoto humano,
Não liga pro eu próprio destino,
Vive um mundo de ilusões,
E esquece que morrerá com a natureza
Que ele mesmo destruiu!!!



domingo, 31 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Clipe musical sobre economia de energia (Celesc)

sábado, 16 de julho de 2011

Marisa Monte e Julieta Venegas - Ilusion

quarta-feira, 22 de junho de 2011

FILOSOFANDO COM NIETZSCHE - 2

"O QUE NÃO NOS MATA NOS FORTALECE"

Em seus últimos anos, Sigmund Freud disse as célebres palavras: " Agradeço a vida por nada ter sido fácil para mim".

Ainda que a existência do criador da psicanálise tenha sido repleta de dificuldades, indivíduos como o neuropsiquiatra francês Boris Cyrulnik - que escapou ainda criança do campo de concentração onde morreu toda a sua família - passaram por circunstâncias muito mais dramáticas. Porém, em vez de causar sua destruição, essas experiências aumentaram sua força e fizeram dele uma pessoa mais sábia.
Trata-se de um processo chamado resiliência, que Cyrulnik comenta em Os patinhos feios:

"A resiliência é a arte de navegar pelas correntezas. Um trauma transtornou o ferido e o conduziu numa direção na qual preferia não ter ido. Pelo fato de ter caído em uma corrente que o arrastou e levou até uma cascata de problemas, o resiliente recorrerá aos recursos internos impregnados em sua memória e deverá lutar para não se deixar arrastar pelo curso natural dos traumas."

Se a correnteza não nos mata, como diz Nietzsche, acabamos ganhando uma experiência essencial que nos ajudará a salvar a nós mesmos e às demais pessoas em futuras provações.

Certamente Nietzsche me ajuda muito, pois hoje não me importo que tenham retirado meus créditos do material que formulei com a Pedagoga Gizela (de Brasília), pois sei que o que não me mata me fortalece. A Lei de Direitos Autorais é clara e, sobretudo, entendo que a retirada do meu nome no material sustenta minha tese de Assédio Moral.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS

Qualquer semelhança não terá sido mera coincidência. o que esperam que nossas crianças e jovens entendam da mensagem subliminar contida na imagem de um símbolo como o que é usado? Por favor, manifestem suas opiniões, não podemos mais nos calar, nos omitir! Observem...


domingo, 19 de junho de 2011

FILOSOFANDO COM NIETZSCHE - 1

"A arrogância por parte de quem tem mérito nos parece mais ofensiva que a arrogância de quem não o tem: o próprio mérito é ofensivo."

Com este AFORISMO, Nietzsche faz referência ao perigo da comparação, com a qual sempre perdemos. A comparação e a inveja qua a acompanha refletem uma admiração mal administrada, que, em vez de ajudar na superação pessoal, acaba agindo como um obstáculo à nossa capacidade.

Esse sentimento, definido como "desgosto pela alegria alheia", faz com que o invejoso tenha dificuldade de se relacionar de forma positiva com o que o cerca, já que as pessoas que ele inveja costumam ser muito próximas.

Para combater a inveja, os psicólogos recomendam que deixemos de encarar a prosperidade alheia como algo que que nos deprecia. O sucesso de um companheiro de trabalho não significa nosso fracasso. ao contrário, nos mostra o caminho que devemos percorrer. Quando substituímos a inveja pelo desafio, os méritos e as qualidades dos outros se transformam em um convite para nossa superação.

A melhor comparação é a que fazemos com nós mesmos. De onde estamos, podemos aspirar à consquista do lugar que gostaríamos de ocupar.!

(Fonte: Nietzsche para estressados, Allam Percy)

Comento: Não me inveje, procure seu próprio caminhar!