quinta-feira, 19 de agosto de 2010

RENDENDO MINHA HOMENAGEM AO JONGO

A expressão cultural, a significação do Jongo na preservação de identidade! A oralidade de Mestre Darcy, Jongo da Serrinha dá o tom para que todos nós repensemos nossas práticas! Tudo é possível quando se tem determinação...

ESTIMATIVA DE PARABÉNS


Nossa! Há muito tempo não experimentava uma sensação de estar inserida nesse mundo contemporâneo e que precisa aprender a conviver para sobreviver! Agradeço a minha amiga Jana Guinond pelo convite da Estimativa para vivenciar a pluralidade brasileira. Poderia dizer que venci a barreira de um estado de letargia e saí... fui e não me arrependi.
A síntese do convite previa:

O JONGO DA SERRINHA:UM TRIBUTO À MESTRE DARCY
"Um fenõmeno de alegria, batuque e tradição, o Jongo é uma das maiores relíquias da música popular brasileira, sendo considerado um dos pais do samba. O Grupo Cultural Jongo da Serrinha, que foi criado para dar continuidade aos trabalhos de preservação do patrimônio histórico do Jongo, desenvolvidos por Vovó Maria Joana e seu filho Mesre Darcy, têm hoje a Tia Maria do Jongo como sua matriarca. Com muita música e dança o documentário também toca, com humor, em temas como racismo e religião." Documentário de Beatriz Paiva.

Sobre o documentário registro que muitas falas me impressionaram pela grandiosidade do compromisso com a manutenção e preservação das raízes históricas, mas o que mais me chamou atenção foi, sem dúvida, o fator de integração proporcionado pelo Jongo na serrinha e mais, a autoestima de crianças, jovens, adultos e idosos que orgulham-se de suas identidades. É, esse é o nosso Brasil... o Brasil de diversas faces, multicolorido e de uma alegria sem igual... Aprendemos que a resiliência é possível, basta vontade, atitude e ação!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A ESCOLA DIGITAL - ENTRE O QUADRO NEGRO E O DATA-SHOW

O artigo que ora se apresenta guarda estreita relação com a proposta do escolaanalogicasociedadedigital. Compartilhando. aqui. um excelente artigo, aproveitem, desfrutem. Fica registrado o meu reconhecimento ao autor!

Entre o Quadro-Negro e o Data-Show
Abuso é um vocábulo originário do latim "abusus" que indica um "comportamento inadequado ou excessivo." Segundo o dicionário Aurélio, o abuso significa "uso mau, excessivo ou injusto." Quando falo de abuso, também poderia falar de exagero, que no Aurélio tem como significação "coisa desmedida e que ultrapassa os limites." Mas para que serve sabermos o que é "abuso" ou "exagero"? Para mim, tudo que é aplicado de forma abusada ou exagerada, pode ser considerado um vício. E como vício, certamente não faz bem.

Todos nós docentes sabemos a transformação por que passa a educação na atualidade. Reconhecemos a teoria da Educação Bancária de Paulo Freire, e sabemos o quanto temos que usar de criatividade para instigar alunos na busca do conhecimento. E isso certamente depende de recursos pedagógicos inovadores. Tornar o ambiente de sala de aula interessante, de modo a que os alunos estejam constantemente motivados, não é fácil. As aulas expositivas cada vez mais devem ceder espaço à elaboração de pesquisas, projetos e à resolução de situações-problema. Pelo menos é isso que acredito ser nosso constante desafio, principalmente no ensino profissionalizante. Machado (2002) destaca que:

"...a formação escolar deve prover as pessoas de competências básicas, como a capacidade de expressão, de compreensão do que se lê, de interpretação de representações; a capacidade de mobilização de esquemas de ação progressivamente mais complexos e significativos nos mais diferentes contextos; a capacidade de construção de mapas de relevâncias das informaões disponíveis, tendo em vista a tomada de decisões, a solução de problemas ou o alcance de objetivos previamente traçados; a capacidade de colaborar, de trabalhar em equipe e, sobretudo, a capacidade de projetar o novo, de criar em um cenário de problemas, valores e circunstâncias no qual somos lançados e no qual devemos agir solidariamente." (p. 151-152)

Portanto, para ter sucesso nessa empreitada tão difícil, o docente deve recorrer a vários recursos em sala de aula. Se abusar ou exagerar na utilização de algum deles, seja o quadro-negro (ou lousa como queiram alguns) ou a mídia espetáculo da aula-show, estará sujeito a converter o ambiente no mais completo marasmo. Com isso, perdem a oportunidade de prover nossos discentes de competências básicas, tais como cita Machado (2002) acima. Nosso alunos devem ser motivados à leitura (interpretativa e crítica) e à discussão reflexiva, à resolução de problemas fazendo uso de suas experiências em consonância com a experiência trazida pelo professor.

Observa-se na maioria das Escolas um disputa acirrada pela reserva desses recursos multimidiáticos. Não que não seja uma forma pós-moderna de apresentar conteúdos, principalmente pela facilidade na exposição de imagens e no uso de um colorido que deixa o quadro-negro na pré-história. Mas convenhamos, o data-show não é um recurso exclusivo para atuação docente. Será que não temos outras alternativas tão interessantes quanto essa como forma de motivar nossos alunos na busca por competências? Muitas vezes, tanto a aula expositiva no quadro-negro pode ser desmotivadora quanto a aula expositiva no data-show. A única coisa que se modifica é o formato, pois o objetivo alcançado pode ser idêntico. Muitas vezes o uso do data-show, principalmente se utilizado no "escurinho do cinema", pode levar a uma malimolência extrema.

Celso Antunes em sua obra "Professores e Professauros", à qual recomendo, destaca que uma boa aula deve abrigar cinco atributos essenciais:

a) Protagonismo - Onde o aluno é o eixo do processo educacional e não um espectador com a função de ouvir.

b) Linguagem - Proporcionar um ambiente de aprendizagem que permita tanto com o professor quanto com os colegas, discussões, debates, interrogações, sugestões, análises e propostas.

c) Administração de Competências Essenciais - A sala de aula deve ser o palco central de estímulos a diferentes competências essenciais à aprendizagem, em busca de uma visão sistêmica.

d) Construção de Conhecimentos Específicos - Ligar o que se aprende ao que já se sabe, fazendo uma ponte entre o que se aprende e a vida que se vive.

e) Auto-avaliação - Descobrir que a aula foi um efetivo instrumento de transformação, uma mudança de estado entre o que se sabia antes de ela começar e o progresso posterior constatado.

Por tudo isso é necessário refletir se não estamos exagerando ou abusando no uso de algum tipo de recurso necessário à nossa prática docente. Não temos deixado de lado práticas importantes como a pesquisa na biblioteca, a elaboração e apresentação de trabalhos ou a resolução de situações-problema desafiadoras?

Prof. Jairo Brasil é Mestre em Educação pela Unisinos e docente em escolas técnicas profissionalizantes da região metropolitana de Porto Alegre.

domingo, 15 de agosto de 2010

Resgatando brincadeiras de criança

terça-feira, 27 de julho de 2010

ESQUECERAM A PMERJ... (DE NOVO???)






23 D.A.R.E. Conferência Internacional de Treinamento

em Cincinnati, Ohio
Patrocinado pela D.A.R.E. América


Lamento que a PMERJ tenha, mais uma vez, perdido o "Bonde da História", aliás acredito que seja possível relacionar tal "esquecimento" com àquele que achava que assumir o PROERD era só viajar, passear em Orlando etc etc e não implementar nada do que foi repassado nas Oficinas de Treinamento da Conferência (até pq há notícias da não participação do mesmo nos treinamentos). Hoje, com um treinamento iniciado para formar recrutas (sem qualquer experiência/vivência policial - rompendo com a filosofia do Programa) para atuarem nas UPPs, seria importante que o Centro de Capacitação pioneiro do PROERD no Brasil se reporte aos mais modernos para poder atualizar sua atuação. É lamentável, pois quem muito abaixa...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Divulgando e Protegendo

É sempre bom divulgar e proteger!
BlogBlogs.Com.Br