domingo, 15 de agosto de 2010

Resgatando brincadeiras de criança

terça-feira, 27 de julho de 2010

ESQUECERAM A PMERJ... (DE NOVO???)






23 D.A.R.E. Conferência Internacional de Treinamento

em Cincinnati, Ohio
Patrocinado pela D.A.R.E. América


Lamento que a PMERJ tenha, mais uma vez, perdido o "Bonde da História", aliás acredito que seja possível relacionar tal "esquecimento" com àquele que achava que assumir o PROERD era só viajar, passear em Orlando etc etc e não implementar nada do que foi repassado nas Oficinas de Treinamento da Conferência (até pq há notícias da não participação do mesmo nos treinamentos). Hoje, com um treinamento iniciado para formar recrutas (sem qualquer experiência/vivência policial - rompendo com a filosofia do Programa) para atuarem nas UPPs, seria importante que o Centro de Capacitação pioneiro do PROERD no Brasil se reporte aos mais modernos para poder atualizar sua atuação. É lamentável, pois quem muito abaixa...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Divulgando e Protegendo

É sempre bom divulgar e proteger!
BlogBlogs.Com.Br

quarta-feira, 21 de julho de 2010

BENDITO O BRILHO NO OLHAR DAS CRIANÇAS

Hoje, quase dois anos após estar afastada do PROERD, relembrei grandes momentos e me dei conta de que o que sempre falei agora faz parte do universo do novo Coordenador.
Sr. TENCEL Nélio renovou minha esperança de que dias melhores virão... Emocionei-me ao ouvir as palavras do Coordenador do PROERD "Emocionou ver o brilho no olhar daquelas crianças e a leitura da redação de uma aluna - filha de pais envolvidos com drogas e que viveu parte de sua infância em abrigos e que após ter participado do PROERD teve reforçado seu compromisso pessoal de se manter livre das drogas e violência". É Sr. TENCEL Nélio o senhor demonstrou ser um Oficial honrado, sensível aos problemas que permeiam a vida dessas crianças e, consequentemente, sei que entende a responsabilidade que tem em suas mãos ao conduzir uma equipe que entrará em sala de aula para promover a resiliência necessária para um público alvo que, na maioria das vezes, precisa do referencial dos Instrutores para fortalecer a auto estima. São crianças carentes de tudo, mas, principalmente de afeto. Quanto ao que o senhor me proporcionou com suas palavras e demonstração de RESPEITO posso lhe garantir que DEUS está conosco, pois o senhor não pode imaginar o bem que me fez!
Obrigada por tudo, obrigada pela sua humildade, obrigada por ter demonstrado reconhecimento ao meu trabalho. Conte comigo sinceramente!
LIDERANÇA é isso Sr. TENCEL Nélio, o senhor terá sucesso em todos seus empreendimentos porque sabe que ser Líder é conquistar pessoas através de palavras que nascem no coração, sabe que ser líder é conseguir ver o brilho no olhar das crianças como a maior forma de reconhecimento de nosso trabalho! Vestirei a camisa com muita honra e orgulho por tê-la recebido do SENHOR.
Tania Loos

domingo, 18 de julho de 2010

MEMÓRIA CURTA???

Disponível no site www.inverso.org.br

Manicômio Judiciário
Antidoping nos filhos
O Dia online (RJ)

07 de outubro de 2007

Programa para prevenir uso de drogas exibe vídeo polêmico

Gustavo de Almeida

Rio - A escolha de vídeo americano que sugere antidoping para manter os filhos longe das drogas, apresentado a 700 moradores de comunidades carentes do Rio, está causando polêmica. Produzido pelo programa norte-americano Dare e distribuído pela Narcotics Affairs Section, do Departamento de Estado dos EUA, o vídeo tem trecho em que a mãe de viciado morto por overdose recomenda três vezes: “Pais não podem deixar de fazer antidoping nos filhos”.

Especialistas são contra a medida. A discussão está fazendo o governo rever o assunto. O tenente-coronel Eraldo Viegas, coordenador nacional do Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública, diz que “será formado grupo de trabalho esta semana para readaptar o material”.

Dia 5 de setembro, a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) emitiu parecer criticando o material didático da NAV usado no Rio durante o Pan — incluindo o vídeo. “Fora da realidade brasileira” é a frase que resume o conteúdo do documento.

Apesar do parecer tão recente, a major Claudete Lenkuhl, da PM de Santa Catarina, responsável pela exibição, afirmou que o vídeo já deixou de ser usado. Ela diz que o material “só foi exibido na primeira fase do programa e substituído”. As palestras foram no Andaraí, Realengo, Pechincha e Centro. Ao todo, 30 PMs de vários estados aplicaram o programa e mostraram o vídeo.

NA INTERNET

Além de sugerir exames antidoping, há erros de português e informações divulgadas que levantam mais polêmicas ainda, como a de que é possível aprender a fabricar determinadas drogas pela Internet. O material didático foi fornecido pela funcionária brasileira da embaixada americana em Brasília Maria Eunice Abdanur. Ela recebeu Medalha dos 170 Anos da PM de Santa Catarina em 2005. A major Claudete conta que o material é dado por ONG de policiais norte-americanos que trabalha em mais de 50 países.

No vídeo exibido a pais de comunidades carentes, famílias americanas ricas, moradoras de mansões, exibem dia-a-dia distante da realidade de brasileiros que assistiram. O tenente-coronel Eraldo Viegas, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, diz que o programa aplicado no Pan não é de responsabilidade da Senasp e sim do grupo de trabalho. E adverte: “Na próxima semana faremos grande reunião para rever as cartilhas e adequar à realidade brasileira, inclusive revendo o antidoping. Quem não se adequar à padronização não terá verbas da Senasp para programas de prevenção às drogas”. Apesar das afirmações da major Claudete de que o vídeo é assunto superado, Viegas ressalta a urgência em adequar logo o material.

A capitã Tânia Loos, do programa antidrogas da PM do Rio, lembra que o programa foi rejeitado pela corporação fluminense. “Desde 2004 venho apontando os problemas, os erros e as excessivas referências americanas”, declara Loos.

As opiniões de mães que perderam seus filhos para as drogas divergem. A dona-de-casa Maria Fernanda (nome fictício) só descobriu que o filho fumava maconha quando ele morreu, vítima de bala perdida, durante confronto entre policiais e traficantes da favela onde comprava drogas. Ela defende que, se o antidoping for encarado como medida educativa, pode permitir que pais ajudem os filhos a se livrar do vício. Já Carmen Gilson, mãe de Ricardo Gilson, morto em 4 de abril de 1999 dentro de manicômio judiciário, diz que nem a dor da perda a faz concordar com a quebra de confiança entre pais e filhos. “Prevenção é amor, diálogo, atenção. Um exame desses seria coação”, diz Carmen.

ESPECIALISTAS CONDENAM USO DO VÍDEO NORTE-AMERICANO

Para Maria Theresa Aquino, psiquiatra do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Atenção ao Uso de Drogas, da UERJ, o uso de vídeo é “um horror”. A especialista vê o fato como amostra de que a prevenção de drogas no Brasil é “terra de ninguém”. “O primeiro que chegar e se estabelecer toma conta. A prevenção não tem dono, usam cartilhas equivocadas em vez de estabelecer união entre escola, pais e igreja. O antidoping nos filhos quebra para sempre o vínculo de confiança, o pacto com os pais”, opina a psiquiatra.

“E o que provaria o exame? O jovem pode estar em ambiente onde todos fumam, os pais fazem o teste e dá positivo. Ele vai responder pelo que não fez? Quem vai acreditar nele?”, lamenta Maria Theresa.

Coordenadora do Instituto Carioca de Criminologia, a antropóloga Vera Malaguti Batista também lamenta o uso do vídeo. “É a policização da relação entre pais e filhos. O pai passa a ser delegado, promotor, juiz, em vez de pai”, diz Vera. “Isso tem a ver com a geopolítica que os EUA querem impor para prevenção de uso de drogas.” Para a capitã Tânia Loos, coordenadora do Proerd no Rio, o modelo de educação preventiva inclui confiança total.

sábado, 17 de julho de 2010