segunda-feira, 14 de maio de 2018

ENTRE O VULCABRAS E O SCARPIN - UMA DECISÃO PIONEIRA



PMERJ: 209 ANOS “SERVINDO E PROTEGENDO”

Hoje, 13 de maio de 2018, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) comemora 209 anos “Servindo e Protegendo”. Presto minha continência e manifesto meu amor por ela.
Apesar de nossa Sociedade parecer nos ignorar, vale resgatar momentos incríveis de mulheres pioneiras que há 36 anos sentem orgulho de feitos que circulam minha mente e que tenho a honra de compartilhar como uma maneira de homenagear essa Instituição que me ensinou a ser crítica, não aceitar com facilidade proposições de uma cultura até então pautada na vivência masculina.   

ENTRE O VULCABRAS E O SCARPIN: UMA DECISÃO PIONEIRA
Sapatos o que me trazem à memória? Jovens mulheres que, enfrentando o pioneirismo de uma área antes explorada apenas por homens, buscavam o espaço, conquistavam aos poucos a mudança da cultura masculina e que desejavam cumprir a missão sem perder de vista a essência do “ser mulher”.
O orgulho de ser pioneira brotava e explodia em cada uma com a proximidade do nosso primeiro Desfile Militar de 7 de setembro. Nossa farda rendeu muitas visitas do alfaiate, tira medidas, experimenta, recorta, aumenta e tudo isso supervisionado por duas madrinhas – Dona Jussara e Dona Edite.
Já às vésperas do desfile chegaram os sapatos. Entramos em forma, cada Pelotão com seus Comandantes e fomos direcionadas ao almoxarifado e a cada entrega os Pelotões se desfaziam e assim surgia um burburinho, olhares de decepção, uma mistura de sentimentos que só fazia aumentar o barulho... Era o momento de não sufocar nossas vozes, precisávamos demonstrar que o sapato não agradava, não combinava com nossa expectativa de glamour, de elegância. A falta de tato com as chamadas “coisas de mulher” fizeram nossos Mestres comprarem o horroroso VULCABRAS, com cadarço e sem um pingo de bom gosto!
O burburinho aumentando a cada entrega, nossos Comandantes argumentavam, diziam da importância do conforto e a segurança de ser um sapato amarrado. Mas nada nos convencia, o layout da farda ficaria com um tom muito masculinizado e não queríamos assim. Nossa opção era o clássico scarpin.
Precisávamos decidir com urgência tendo em vista a proximidade da data do Desfile! Óh  dúvida cruel... Ficamos entre o Vulcabrás com cadarço e o clássico Scarpin!



                                                                                                 
Apesar de todas as orientações, fizemos até pirraça, mas é claro que escolhemos o Scarpin.
E lá fomos nós! Saímos do CFAP ainda na madrugada e às 05:00h já estávamos no local de concentração da tropa, entrada em forma na posição de Desfile e a longa espera.
Em pouco tempo começamos a sentir as consequências de nossa escolha! Mas a garra mantida, afinal era nossa primeira apresentação em público. A responsabilidade de fazer acontecer e fazer bonito nos dava força!
Desfile iniciado, hora de fazer valer tudo que tínhamos aprendido com nossos Mestres. Em cada coração o firme propósito de marcar para sempre aquele momento e o bumbo anunciava que era chegada a hora de acertar o passo.
Logo no início começamos a sentir o peso da decisão: sapatos que saiam do pé e voavam, colegas pegavam e os entregavam as suas donas, retomadas várias vezes ao lugar na formação por conta do “scarpin” que massacrava, que apertava, que engolia nossos pés e maltratava nossos sonhos. Parecia o caos, mas a luta seguia em frente e não nos faltou determinação.
Memória ímpar, pois que tomadas pela emoção de representar nossa Corporação e o pioneirismo da Turma Maria Quitéria, lembro que encontramos nosso jeitinho de acertar o pé no bumbo sem perder os sapatos, ou melhor, sem perder a elegância.
Passamos com garbo e do Palanque as autoridades aplaudiram, o público nos saudando com sorrisos, curiosidade e alegria contagiante. E nós éramos pura emoção!
Fomos com tudo! Mulheres de fibra, pioneiras, guerreiras! O toque feminino que iluminava aquele Desfile.


Terminado o desfile, poucos souberam ou testemunharam o que um scarpin pode fazer. Do glamour, elegância de um clássico, nos restou pés que sangravam, bolhas imensas e a dor suportável de quem cumprira a missão com mérito!
Em 2012, a PMERJ comemorou os 30 anos da presença feminina em seus quadros, nos homenageando com a forte imagem de um Desfile Militar que ficou para sempre na História!

*      Descrição: A imagem pode conter: uma ou mais pessoas Descrição: A imagem pode conter: uma ou mais pessoas Descrição: A imagem pode conter: uma ou mais pessoas 
*      Por: Tania Loos
*      Colaboradoras: Margarete Angel e Marisa Franca



domingo, 1 de abril de 2018

LOCOMOTIVA 36 MIL E A REPÚBLICA DE SAIAS



Silêncio quebrado... A Locomotiva 36 mil ecoou seu apito me trazendo de volta a responsabilidade de transformar lembranças individuais em memória coletiva.
Confesso que esse é o apito que mistura a vibração harmônica da esperança de que a partida é também tempo de reencontros. Hoje reforço a tradição do dizer que “missão dada é missão cumprida”, e, que legado é a herança apenas de quem, sem vaidade ou arrogância, acreditou que eu poderia transformar em lição para o mundo a vivência e convivência em uma “República de Saias”.
Na simplicidade das palavras de uma grande Guerreira fica o registro para a eternidade! Obrigada Inez, por acreditar na seriedade do meu trabalho, no meu compromisso de preservar sua Memória e que juntando-se às Guerreiras 36 mil que partiram antes você esteja na LUZ... não há mais dor, não há mais tristeza e a nós que ainda estamos por aqui resta o amor e a saudade!
Com muita honra e agradecida ao amigo Vagner compartilho essa passagem da Locomotiva 36 mil que, no silêncio desta noite de lua cheia, faz a parada final. Não há concessão, não haverá novos motivos. Que seja assim por respeito e por honra!

A REPÚBLICA DE SAIAS

Durante os sete meses de curso no CFAP comecei a ter uma ideia do que seria a turma trinta e seis mil, pelo jeito de ser de cada uma sabia que esse vínculo nunca seria desfeito, como por exemplo, quando a Rosane Leite era retirada de forma pelo SGT IRIS para que ela me levasse até o BANERJ de Madureira para receber pagamento, em se tratando de ROSANE é claro que do banco me levou para conhecer o cinema de Madureira e me ensinou a dar “carteirada” com a fantasminha.
Ao fim do curso, fui classificada no Segundo Batalhão, e passei a morar no alojamento, era a única vinda de tão longe (Campos dos Goitacazes) e na época não me deixaram ficar no Oitavo Batalhão, pois teria que fazer adaptações, a vida no alojamento era solitária, algumas percebiam e não mediam esforços para me ajudar, como certa vez em que fiz um reflexo no cabelo, ao assumir o serviço na cabine, chegou o SGT e me entregou uma FI, a fim de informar porque mudei as características da minha identificação e que me apresentasse no outro dia pela manhã com o cabelo da identificação, fiquei arrasada, pois estava me sentindo linda. MARIANE me levou pra casa dela e tingiu os meus cabelos, bem como a SOLANGE GARCIA, que me dedicou tanto carinho, às vezes dormindo no
alojamento para que eu não ficasse sozinha ou me levando para sua casa, onde D. CATARINA e Seu LÁZARO me tratavam com muito afeto.
Fui convidada a fazer parte da quitinete alugada por Policiais Femininas do Décimo Nono Batalhão que era usada para troca de roupa, o que pra elas era armário, pra mim era um lar, como só podia comprar uma geladeira e um fogão, elas completaram com televisão e armários, lá confirmei o tal vínculo, dividíamos nossas angústias, tristezas e alegrias de meninas que se colocaram diante de um desafio, enfrentando pessoas que eram contra o ingresso da mulher na PM e torciam para que a experiência desse errado, mas estávamos lá, firmes e fortes, o que interessava era o presente.
A população da Kit foi crescendo, fui transferida para o Décimo Nono Batalhão, pois o meu novo lar ficava na Rua Siqueira Campos, 143 em Copacabana, brincávamos muito, como certa vez em que a ANA FAUSTO me colocou em um vestido justo e um salto alto para irmos ao samba, após me arrumar, ela rolava no chão de tanto rir, bem como quando o meu esposo, na época pretendente, que eu não sabia quem era (ainda não o tinha visto) colocava bilhetes embaixo da porta com solicitação de namoro, que seu nome era VAGNER e que tinha me visto de serviço no Maracanã, ela sempre lia antes de mim e me sacaneava depois. Íamos a praia, bares, samba, a maioria sempre juntas, na hora de colocarmos a farda para entrar em forma era um atropelo na Kit, pois a janela dava para o pátio do quartel e escutávamos a corneta avisando que estávamos atrasadas. Enfim, uma convivência e experiência única, mas dois anos, sabe aquele cara dos bilhetes, pois é estava apaixonada e resolvi que era a hora de seguir meu rumo, formar minha própria família, novamente veio a solidariedade, a CAMASSARY conversou com sua mãe, que estava a fim de se mudar e ela me alugou o apartamento por uma quantia irrisória, me casei e surgiu assim a maior barriga do batalhão, família de sangue que Deus me deu pra cuidar.
A passagem das Guerreiras que já se foram desta vida deixou para nós um legado, aquele que tentávamos passar umas para outras na Kit. Que não deveríamos desistir, que quando reunimos forças, somos vencedoras, ANA FAUSTO morreu lutando quando se atracou com seu assassino, MARÍLIA, mulher de fibra que não se deixou render pela sociedade e fez valer a sua própria escolha, LOURDES que voou como uma borboleta para outro jardim, escrito pela própria no dia da sua partida, IZABEL, que várias vezes presenciei gargalhando contra o seu câncer, contando a aventura de forma alegre do dia em que foi procurar um maiô com enchimento no seio, pois havia retirado o seu e quando ela entrou na igreja para se casar, careca com seu lindo turbante e um largo sorriso no rosto, não era máscara, era atitude de Guerreira, super resolvida, ANA MARIA, que após cumprir sua
missão com serenidade na Corporação se foi enquanto caminhava. Enfim, esta é a nossa herança.
AS COMPONENTES DA REPÚBLICA DE SAIAS: INEZ, ANA FAUSTO, MARGARETH, MAGALY, ALZINETE SANTOS, MARY, MARIANE, PACARÁ, ELÍRDES e LENAWENE.”
(Por Inez, em 2016)
*12/04/1960
+21/02/2018

segunda-feira, 26 de maio de 2014

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Helpdesk em Portugues

terça-feira, 8 de abril de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

"PÉROLAS"

Quem de nós poderia atirar a primeira pedra? Certamente, nenhum de nós! Porém, estamos em posição cômoda ou ao menos deveríamos assim conceber nossas vidas pacatas, distante dos holofotes, sentados (mas não submissos) na plateia desse grande circo chamado “política”. Conveniente esclarecer que o termo “política”, aqui, não é tratado na acepção ideológica e formatado por Aristóteles (ou Platão? há controvérsias), mas como palavra-chave que coloca no mesmo “saco” as personagens que nos garantiram boas risadas na noite de 17JAN2014. Importante mencionar de plano que o objetivo se volta, única e exclusivamente, à contemplação das “pérolas” agregadas aos discursos inflamados, inesquecíveis, impactantes, inusitados e registrados na memória individual e coletiva do povo brasileiro e, agora, relembradas por participantes dessa produção cooperativa que não tem a intenção de atacar, menosprezar ou desqualificar quem quer que seja; também não ganha contornos partidários. Trata-se de unir as diferentes possibilidades que encontramos nas Redes Sociais enquanto ferramentas de entretenimento, diálogos e aprendizagens. Somos eternos aprendizes e como tal sustentamos,, em parte, a construção de novos saberes naquela velha conhecida concepção “ensaio-e-erro”, apostando que tudo se justifica pela necessidade de aprendermos como “não fazer”, “não ser”, “não repetir”, enfim atestar a importância de se aceitar o fato de que na limitação do vocabulário vamos reforçando a “interdição” de atores e que em certos casos na falta das palavras o silêncio tem peso de ouro. Trazendo um recorte do pensamento filosófico que consolida a autonomia de todo aprendiz, valemo-nos da maiêutica afirmando que “aprende melhor aquele que alimenta dúvidas”. E, dessa maneira, nasceu a tese... Refletindo acerca dos últimos discursos, recordando outros, decisão de compartilhar “falas” que me inquietavam... Postei as primeiras “pérolas”, desafio lançado, adesões e agora concluímos, em parceria, que na dúvida pró-réu... Mas que falaram, falaram... E, caso haja qualquer equívoco sobre “autoria” só nos resta pedir desculpas, acatar retratação e, antecipadamente, informar que não temos “mensalão” para pagar possíveis pedidos de indenização... Faremos, obviamente, as necessárias correções! Tudo começou assim, era apenas uma angústia que não me cabia no peito... Daí lancei as mais impactantes: "Relaxa e goza" - Marta Suplicy; "O MA está mais violento porque está mais rico" - Roseana Sarney; "Quem tem medo de rolezinho é branco" - Ministra "Racista"; desfiando seu Rosário. "Venha jantado" - Michele Obama. Concitei meus amigos, clamei por colaboração! Então... Vamos ao resultado: Iris M. veio rápido e nos prestigiou com a frase absurda do Maluf: “Estupra, mas não mata” e que, posteriormente, também foi mencionada pela Lilian. Marcia J. lembrou que “Aposentado é vagabundo”, segundo o FHC. Logo veio a Marcia H. e registrou: “o meio ambiente é uma grave ameaça para o desenvolvimento sustentável”, da nossa querida PresidentA Dilma Roussef. Marcia J. buscou no fundo do baú e nos trouxe essa do Juscelino Kubitschek; “Se me virem dançando com uma mulher feia é porque a campanha já começou”, trouxe uma internacional do Ronald Reagan, provando que as “pérolas” não são exclusividades nossa: “O contribuinte é o único cidadão que trabalha pro Governo sem ter de prestar concurso”. Impactante mais atual foi a trazida pela Greciete que nos lembrou que “Não se faz copa do mundo com hospitais e sim com estádios”, segundo Ronaldo (aquele a quem chamam “Fenômeno”). Em tempos de chuva, Lilian lembrou outra terrível da Marta Suplicy: “pobre não tem nada, mas quando tem enchente diz que perdeu tudo”. Continuando as risadas, Marcia J. lembrou a “pérola” do Dono do MAR – J. Sarney: “Governo é como violino: você toma com a esquerda e toca com a direita”. Lilian contribuiu com essa bem recente: “A legislação de trânsito é clara: criança tem que andar na cadeirinha. Peço desculpas pelo erro”, Dilma no episódio de desrespeito e irresponsabilidade, resta-nos a pergunta: será que vai pagar a devida multa? Já nesse ponto eu não me aguentava de tanto rir, querendo lembrar outras pérolas confessei minha impotência para pensar, porque as risadas comprometiam meu lado lógico. Mas seguimos e eu lembrei: “A alimentação é muito ruim (na prisão). Peço às autoridades que olhem para isso. Lá não é marmitex, é xepa” – essa doeu mais quando lembrei o autor – Deputado presidiário Natan Donadon, aquele que botou o joelho no chão para agradecer a DEUS por não ter perdido o cargo, embora preso. E falando em DEUS lembrei a do nosso (des)Governador, por ocasião da JMJ, durante a visita do Papa Francisco: “eu estava precisando de muita dose de humildade”, creio que ele não rezou o suficiente, nem seguiu os ensinamento do Santo Padre, falta muita humildade! O texto crescia em meio a tantos “kkkkkkkkkkkkkkk” e “hehehehehehehehe” quando Alexandra nos trouxe a “pérola” do J. Genoíno: “Político sem cargo não vale uma Cibalena vencida”, e ficou a pergunta dela: “e um político preso vale o quê?” – é possível que tudo fique como a velha cibalena vencida, se não curar a dor, só aumenta. Depois dessa Alexandra colaborou trazendo um recorte da inescrupulosa “cura gay” do Deputado M. Feliciano (que em minha opinião apesar de estar meio sumido tornou-se o impactante do ano), mereceu imagem:
Depois de muitas risadas com a pretensão do pobre Deputado, ele nos pregou outra peça quando referiu: “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato” e, com essa, Alexandra não aguentou e quase nos matou de rir: “será que realmente ele pensa que preconceituoso e com essa língua maldita ele vai pro céu?”... Na altura do campeonato lembrei-me de outra do Serginho: “Esses médicos são uns vagabundos e policiais são bandidos” e mais uma, inesquecível, da Dilminha: “Eu tenho respeito pelo ET de Varginha”. E continuando, Lilian nos fez recordar outra do Lula: “Eu queria dizer para vocês que o que nós fizemos até agora foi mais fácil do que o que temos para fazer daqui para frente” – (Lilian se questionando: não se rio ou choro). Alexandra nos trouxe o slogan de campanha do candidato a Dep. Fed Rola (em 2002, ganhou 21 mil votos em Sergipe) “O povo quer Rola! Rola neles!” (risadas e o comentário da nossa colaboradora: “e toma lhe rola de impostos”. E não é que Alexandra nos trouxe essa “pérola” impactante da nossa ilustre Vereadora/RJ V. Costa: “Os homens ficam: “ô gostosa”, mas não se trata mulher desse jeito. Tem que ser carinhoso, chamar a mulher de potranca, popuzuda”. Depois dessa, só mesmo curtindo o “aff” da Alexandra e ter a certeza de que Sandy perdeu a vaga na campanha da cerveja “Devassa”. Alexandra segue nos trazendo “pérolas” e “homenagens”: “Tem que descer o cacete”, do nobre Deputado J. Bolsonaro; a antológica “bandido bom é bandido morto”, do Sivuca (ouvimos desde nossos primeiros passos) e, ainda, “você sabe o que faz um Deputado Federal? Eu também não!”, essa do nosso grande Palhaço Deputado Tiririca (notem bem que não é Deputado Palhaço, mas Palhaço Deputado – destaque meu). Na sequência, falando naqueles que nos divertem em Brasília, lembrei o nobre Romário e seu bom senso: “O Brasil estava com vontade de sediar a Copa e, para isso, em outras palavras, abriu as pernas”, ui doeu! Continuamos e fomos prestigiados com a participação internacional da Rosana que nos lembrou da “pérola” do musculoso Governador da Califórnia Arnold Shwarzenegger: “Acho que o casamento gay é algo que deve mantido entre um homem e uma mulher”, assim não consigo parar de rir! E a Rosana continua a saga de recolher “pérolas” internacionais trazendo uma da Brooke Shields: “Fumar mata. E se você é morto, perde uma importante parte de sua vida” (compreensível?). Bem, na altura do campeonato, adorei o “mais uminha” da Alexandra: “O Brasil sabe que eu sou inocente e eu espero que o Supremo faça justiça” – sabem de quem? Hehehehehehehe do ex-ministro da Casa Civil J. Dirceu. Comentou a Alexandra: “ahã sim, sei bem e o Supremo fez Justiça! É pra glorificar de pé”. E eu respondi: “Glória! Aleluia, de pé Igreja!”. Depois dessa, mais “uminha” da Alexandra, esclarecendo que a “pérola” enfeitou o momento crítico do ex-gordinho, agora “anorético” (?) R. Jefferson, no Conselho de Ética da Câmara, em declarações dirigidas ao Deputado J. Dirceu, quando Jefferson jogou a “mer..” do mensalão no ventilador; “Vossa Excelência provoca em mim os instintos mais primitivos” (como assim?). Em outro momento o mesmo Jefferson foi cutucar onça com vara curta: “Eu respeito Vossa Excelência, os gostos, pelo jogo, sei que é mulherengo”, provocando o Deputado “WC” Neto, que retrucou: “Prefiro gostar de mulher do que de um garotão de Cabo Frio”. Ui, essa é flórida... Rosana nos trouxe outra da nossa Dilminha: “Nós, humanos, temos um problema imenso. Infelizmente não controlamos chuva, vento, raio”. Trouxe, também o lado internacional: “Eu tenho opiniões próprias, opiniões fortes, mas eu nem sempre concordo com elas”, por George Bush. (Às vezes me sinto tão Bush kkkkkkkk). Lembrou a “pérola” de Alícia Silverstone que falou, falou e não disse nada: “Eu acho que o filme “As Patricinhas de Beverly Hills” era muito profundo. Eu acho que era profundo no sentido de que era bem leve. Eu acho que a leveza vem de um lugar bem profundo se é a verdadeira leveza”. Ui doeu... é muita leveza e profundidade! Retomando a saga com personalidades nacionais o R. Valentim lembrou o Gov. do Ceará Cid G.: “Quem quer dar aula faz isso por gosto e não por salário. Se quer ganhar melhor pede demissão e cai para o ensino privado”. Aí eu sugiro: Gov. que tal mandar pedir demissão para ser político no Brasil? R. Valentim nos trouxe mais essas: “Eu duvido de quem sobrevive com um salário de 11 ou 12 mil reais”, Dep. Abelardo sobre aumento de salário dos Dep. Fed.; “antigamente o sujeito era político e virava bandido. Hoje é o contrário”, S. Leite –Dep. Federal; “O salário do trabalhador é imexível” disse o Min. Magri; “Cada pessoa é uma pessoa. Se cada pessoa não fosse uma pessoa, não seriam pessoas diferentes”, Dona Ruth Cardoso – Antropóloga e ex-Primeira Dama do Brasil. Eis a “pérola” que Valentim considerou a melhor: “Porque é dando que se recebe”, Deputado Estadual W. Trindade em discurso na ALERJ, justificando porque escolheu São Francisco de Assis para ser o santo padroeiro dos gays; “Mulher é feito espingarda: só presta bem guardada”, essa é do Coronel e Líder Político em Limoeiro/PE C. Heráclito (deve ser o Tufão local); “Apesar de ser mulher, ela é muito inteligente”, M. Amato – empresário referindo-se à então Ministra Dorothéa. Gente, confesso que o R. Valentim reuniu a nata dos preconceituosos. Para minimizar o complexo Valentim nos trouxe mais uma do Bush: “A grande maioria de nossas importações vem de fora do país!”... Eita! E não é que o R. Valentim quase nos matou de tanto rir, trouxe as seguintes “pérolas”: “Hei de fazer do Brasil o líder dos países pobres” e “Minha mãe era uma mulher que nasceu analfabeta”, hehehehehehe sabem de quem? Isso, isso... do amado Lulinha da Silva. Comento: ele cumpriu a promessa, pois o Brasil manteve a liderança e se a mãe nasceu analfabeta, ele é até hoje! O R. Valentim continuou: “Cachorro é um ser humano como qualquer outro”, do Ministro AR Magri (Governo Collor), tentando se justificar ao ser flagrado levando sua cadelinha ao veterinário em carro oficial. E a sensacional do V. Matheus (ex-Pres. Corinthias): “Esse aqui é inteligente! Fala um monte de língua. É um troglodita”. A velocidade dos comentários me deixava louca, não sabia se comentava ou se chorava, afinal são pessoas com alto grau de representatividade e formadores de opinião largando tantas “pérolas” por aí. Com uns “kkk” chegou meu amigo T. Mota considerando que a “pérola” da Michele Obama foi demais! O R. Valentim queria mesmo “fechar o caixão” com chave de “ouro” e nos trouxe essa do Ver I. Moreira: “a situação é de extrema gravidez”. E, chegamos à segunda fase do wiki já bem próximo de adentrarmos a madrugada. R. Valentim se despediu com uma saraivada de “kkk” e chegou minha amiga Patrícia B. com as “pérolas’ inesgotáveis... inesquecíveis e inconfundíveis “made in Rio”. Conferindo as “pérolas” da Patrícia B.: “Não existe um governo honesto por completo”, essa foi do Dudu no discurso afirmando que também houve corrupção no Governo FHC. Outras do Dudu, aquele que a Patrícia B. não cansa de declarar “soy loca por ti Dudu”: “queria ser Prefeito vitalício do Rio” e, “se a Argentina vencer o Brasil na final da Copa, eu me mato! Eles já têm o Messi e o Papa, não podem ter tudo!”. Hehehehehe o que vai ter de gente na torcida, ele nem imagina. Patrícia nos trouxe o momentinho Greve, com “pérolas” da Secretária de Educação (Claudia “Costinha”) para recordarmos: “os professores gostam de dar uma aulinha à noite, depois do expediente”, “as professoras de Inglês engravidam, o que prejudica o ensino da Língua”. Ué... A “pérola” baiana ficou com o carioca Jacques W. que, segundo nos revelou o amigo T. Mota, não tem dendê correndo nas veias. Não absorveu a baianidade e o som da percussão como eu (isso me deixou feliz T. Mota), confesso que o carioca Gov. da Bahia me decepcionou com tal discurso: “PM’s são iguais a burros de carroça, só trabalham à base de chicotadas!”... que flor de pessoa!!! T. Mota, não aceitamos devolução! E eis que chegou o Márcio B., com os ares e “pérolas” de cidades bucólicas do interior do RJ: Situação ocorrida em festa política da cidade de Mendes – O vereador J. Mendes foi apresentado pelo anfitrião a uma autoridade militar, cumpriu a formalidade do cumprimento e largou essa: “o Sr é contra Almirante? Eu também sou contra Almirante, contra Sargento, contra Tenente, contra essa putada toda!”; o mesmo Vereador, agora ocupando o cargo de Secretário de Obras, foi informado por um de seus assessores: “Sr, o bairro “tal” está sem água e não tem como ela chegar lá sem bombear, por causa de lei da gravidade”, resposta do Secretário: “Ok, verifica se a lei é municipal ou estadual, pois se for municipal a gente tenta revogar!”. Ui... e lá vem mais uma, de um candidato ao cargo de Vereador em pronunciamento para o povão: “Se eleito for encascaralhei e apedrejarei todas as ruas do bairro e colocarei luzes efervescentes em todos os postes”, hehehehe e o Márcio B. estava presente no tal comício! Chegando de mansinho meu amigo Sílvio quase me matou com a pérola da ex-Governadora Maria Abadia (Brasília) que soltou essa num comício: “Eu quero saber quem é da oposição que está metendo a língua em mim por trás por que não metem pela frente, bando de covardes”... Gente! Essa ficou na história do DF! E agora a colaboração do querido amigo Adalberto: “Vocês não precisam estudar não, pois eu não estudei e cheguei a Presidente”... Aquele que adivinhar quem largou essa “pérola” ganha o direito de “correr” com o amigo Adalberto! E ela não poderia deixar de trazer sua colaboração! Fechando nosso wiki, Myrian B. traz um recorte da situação atual! Rendemos homenagem a essa “Geração Canguru” que não sai da barra da saia da mãe, quer “direitos” e, certamente, continuará largando “pérolas” por aí...
Agradecendo aos colaboradores, creio que esse wiki é apenas uma boa “pitada” de humor, mas que demonstra as possibilidades de uso dessa ferramenta maravilhosa chamada “facebook” na construção das teias educativas, por que não usá-lo com nossos estudantes? Bjs, bjs, bjs... Infinitamente amo vocês de amor!!!