terça-feira, 16 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
MARCELE ME ENGANOU...
Marcele Lima choquei... você me enganou...
Você me ensinou que o uso de modernas tecnologias me traria para a Era Digital e eu poderia
contribuir para melhorar a qualidade da Educação no Brasil... Mas, hoje, percebo que as pessoas não estão preparadas para serem críticas, querem a democracia, porém não aceitam que eu seja diferente, que eu fale o que penso, não respeitam minha opinião, mas querem me ver engolir os sapos que eles criaram... Magoei, você não me falou a verdade sobre a ferramenta... Creio que vou mudar meu conceito de Redes Sociais...Não!!! O facebook não serve como ferramenta educativa? Terei que aprender a colar memes? ou a jogar até ficar alienada? Marcele você me enganou buá buá buá...
Você me ensinou que o uso de modernas tecnologias me traria para a Era Digital e eu poderia
contribuir para melhorar a qualidade da Educação no Brasil... Mas, hoje, percebo que as pessoas não estão preparadas para serem críticas, querem a democracia, porém não aceitam que eu seja diferente, que eu fale o que penso, não respeitam minha opinião, mas querem me ver engolir os sapos que eles criaram... Magoei, você não me falou a verdade sobre a ferramenta... Creio que vou mudar meu conceito de Redes Sociais...Não!!! O facebook não serve como ferramenta educativa? Terei que aprender a colar memes? ou a jogar até ficar alienada? Marcele você me enganou buá buá buá...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
MAIORIDADE PENAL AOS 16 ANOS? UM CONVITE À REFLEXÃO
As Redes Sociais servem ao
debate saudável a respeito de questões relevantes, especialmente para àqueles
que reivindicam as necessárias transformações no mundo. Então, aproveitando-me
da leitura que estou fazendo de MIGUELEZ (s/a), destaco alguns trechos que caem
como luva para causar o “desatino” dos desatinados, dos que evocam o maior
rigor da Lei, para crianças e adolescentes, exigindo (mesmo sem saber como
fundamentar) a redução da maioridade penal.
Vejamos alguns
exemplos, das falácias brasileiras: “É só observarmos o efeito da Lei 8.666 de
21/6/1993 para vermos o processo de descaso em ação. Essa lei, cujo objetivo é
regular a ação do poder público em relação a licitações e contratos, não é
capaz de evitar todos os desvios que conhecemos na esfera pública. Boa parte
das concorrências e contratos são resolvidos informalmente,, com grande
discricionariedade dos titulares das pastas públicas, e as procuradorias e
controladorias corrigem apenas seus aspectos formais. É comum observarmos, no
cotidiano do poder público, “tomadas de preço” onde se pede a quem já se
decidiu que quer que ganhe a concorrência que “consiga duas outras propostas
para dar cobertura” e garantir, apenas formalmente, o cumprimento da lei cujo
princípio fundamental, na prática, é ignorado – faz-se isso e fala-se disso com
naturalidade, por reconhecer-se informalmente que a lei engessa a ação do
tomador de decisão. Esse é o “segredo” mais bem guardado do país: todos sabem, mas fingem
que não sabem.” (grifo meu)
A leitura de MIGUELEZ
está me proporcionando reflexões que não me permito deixar de compartilhar com
vocês. A autora nos alerta, apoiada em Buarque de Holanda, sobre o fato de que:
“é no seio de nossa indiferença que nasce, na periferia, movimentos artísticos
e de contestação que lançam novos olhares sobre a realidade e o cotidiano do
jovem brasileiro: o funk, o hip-hop, a arte grafite, dentre outros, mas a
dificuldade de dialogar com esses movimentos acaba por facilitar-lhes o
isolamento ou a radicalização. Sua observação é clara e ela refere que o jovem
da periferia não consegue se comunicar com a sociedade por nenhum meio – na
economia política dos direitos comunicativos que se estabelece numa sociedade
autoritária, estão condenados ao mutismo – como excluídos, só falam entre si.
Formam guetos e, abandonados à própria sorte usam a arte como forma de
extravasar sua indignação ou indiferença. No baile funk, dão as costas à
moralidade já frouxa de nossa sociedade e levam ao limite a irresponsabilidade
com seus próprios corpos. São vítimas da sua própria revolta e da falta de
sentido e direção nas suas vidas. O aparente hedonismo que guia a sua ação é
mais uma forma de filiação às tribos urbanas, de busca irrefletida por
pertencimento do que uma opção de vida. Os adultos da sociedade brasileira
abandonaram seus jovens e crianças das periferias para que descubram, por
tentativa e erro, pelos métodos mais dolorosos e prejudiciais para eles mesmos,
como agir no mundo”.
E agora? Querem reduzir
a idade de forma tal que a maioridade penal atinja jovens (uns pedem 14 anos
outros 16 anos) e os condenem mais uma vez pela irresponsabilidade de todos nós
que há muito nos perdemos e nos fechamos em nossos castelos de areia...
quarta-feira, 17 de abril de 2013
DON JUAN DE MARCO _ CENA 14
SOFRIA DE UM ROMANTISMO INCURÁVEL E ALTAMENTE CONTAGIOSO...
É certo que como Don Juan De Marco, Don Octávio De Flores, Lyon e eu não aceitamos limites... somos livres, somos sonhos, somos fantasias, somos simplesmente amor...
A todos que se propuseram conhecer esse ensaio misto de loucura, poesia, amor pelo próximo, empatia e o firme propósito de transformar mapas mentais obsoletos através da fantasia, das palavras, das expressões corporais e do olhar, muito obrigada! (LOOS, T.)
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