quarta-feira, 17 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO _ CENA 14

 

DON JUAN DE MARCO


SOFRIA DE  UM ROMANTISMO INCURÁVEL E ALTAMENTE CONTAGIOSO... 

É certo que como Don Juan De Marco, Don Octávio De Flores, Lyon e eu não aceitamos limites... somos livres, somos sonhos, somos fantasias, somos simplesmente amor...

A todos que se propuseram conhecer esse ensaio misto de loucura, poesia, amor pelo próximo, empatia e o firme propósito de transformar mapas mentais obsoletos através da fantasia, das palavras, das expressões corporais e do olhar, muito obrigada! (LOOS, T.)




terça-feira, 16 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 13


Sem medicação... Um tratamento diferente do convencional...
Entender que, muitas vezes, não precisamos manter o luto, que a fantasia diminui o sofrimento, pode e deve ser encarada, não como patologia, mas, antes, como uma forma de ver o mundo por diferentes ângulos.
Para viver um sonho não é preciso romper com a realidade, porém necessário é que se acredite ser possível! A base do sucesso são as chamadas comunicações efetivas, escutar com atenção e usar de empatia é o melhor remédio...
Afinal quem nunca sonhou e dedicou alguns minutos para sentir a felicidade de ser simplesmente aquele que deseja ser? 

DON JUAN DE MARCO - CENA 12


Vivemos e convivemos sem experimentar conhecer o "Outro"...

A modificação do comportamento do Psiquiatra surge em decorrência de sua experiência com a fantasia, com o espetacular mundo de Don Juan De Marco? A estética romântica torna a vida mais bela, afinal o que é belo para você?

sábado, 13 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 11


QUEM SOU EU? QUEM É VOCÊ?

Poderíamos dizer que somos o somatório de nossas máscaras? Desempenhamos papéis sociais, em cada lugar, em diferentes momentos...
Quando há alteridade, há empoderamento das comunicações e, dessa forma, podemos enxergar através dessas diferentes máscaras, porque em sintonia somos tudo que queremos ser... e é assim que passamos a compreender o "EU" e o "OUTRO"...

DON JUAN DE MARCO - CENA 10








Don Juan fala sobre suas crenças e de seu grande amor...
O que o faz ser tão convincente? Por que nos deixamos envolver nessa história que mistura ingenuidade e a essência do amor eros? O amor eros criticado e renegado pela Igreja, mas que aqui retoma seus contornos bem definidos. Conforme Friedrich Nietzsche, o cristianismo teria dado veneno a beber a eros, que, embora não tivesse morrido, teria recebido o impulso para degenerar-se em vicio. Nietzche exprimia assim uma sensação muito generalizada: com os seus mandamentos e proibições, a Igreja não nos torna porventura amarga a coisa mais bela da vida?
Ainda podemos sentir a alegria e a felicidade que só a amor pode nos oferecer...

DON JUAN DE MARCO - CENA 9


Don Juan De Marco refere que a mãe tem o poder de colocá-lo em contato com a realidade. A cena revela, também, a influência das palavras no jogo da vida...Pode trazer a agressividade, pode modificar o estado de humor do "Outro". O jovem demonstra que não há diferenças entre o real e fantasia, que não há que se falar em mundos perfeitos...
Em que mundo estamos vivendo? Em que momento deixamos que o amor seja sucateado?



sexta-feira, 12 de abril de 2013

DON JUAN DE MARCO - CENA 8



E sobre a verdade... ela está dentro de cada um de nós! 
Entender a importância de relativizar e que não há uma única verdade é o começo da educação da consciência.