http://www.ted.com/talks/lang/por_pt/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html
O PERIGO DA HISTÓRIA ÚNICA
EXCELENTE EXERCÍCIO PARA CONQUISTA DA CIDADANIA E DA DIGNIDADE!
terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Imigrante ou nativo digital
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Imigrante ou nativo digital
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Formando Grupo de Estudos para EAD
domingo, 13 de março de 2011
Tecnologia e Metodologia - O que faz o diferencial?
O que faz a prática docente com o uso de tecnologias ser mais atraente? De nada adianta o Educador ter suporte se não modificar suas proprias atitudes. O vídeo me foi apresentado pela Tutora Eunice - da Disciplina EAD, estou compartilhando para que possamos juntos discutir novas posturas!
quarta-feira, 2 de março de 2011
UMA LIÇÃO SOBRE CIDADANIA
Faço, aqui, um recorte do texto "Educação, Cidadania e Exclusão", da disciplina Filosofia Política e Escola Pública, ressaltando que ao viajar pelo texto percebi que compartilhar é estruturar a construção da cidadania almejada por todos nós que queremos TRANSFORMAÇÃO JÁ!
Ensina-nos, pois, o caminho para que nossos Governantes entendam que somos atores sociais vivendo marginalizados:
Não é por decreto que os homens se transformam em cidadãos: é preciso que tenham interiorizado o valor democrático, que tenham descoberto seu poder criador, a força instituinte do poder criador coletivo.É preciso que sejam capazes de considerar como sua tarefa mais essencial construir e reconstruir o que deve ser a sociedade, o que deve significar justiça, igualdade, democracia, cidadania para sua sociedade.
Castoriades também dizia que o que se opõe ao indivíduo não é a sociedade, são as pulsões descontroladas, irracionais, que predominam como força bruta até que se constitua o indivíduo. Por isso ele dizia que todo indivíduo é indivíduo social: que o indivíduo já precisa da sociedade para constituir-se como tal, como ser de razão, como ser de deliberação, como ser com possibilidade de autonomia. O homem se constrói como indivíduo se socializando. E se constrói como cidadão, numa democracia, aprendendo a renunciar á força bruta, ao egocentrismo, em nome do diálogo, da construção comum, da aceitação do outro.
Ser cidadão não é apenas conhecer seus direitos e deveres, como tolamente o liberalismo nos quer fazer acreditar. Ser cidadão é acreditar na deliberação comum, no poder criador da sociedade.
Hannah Arendt nos diria: ser cidadão é abdicar da força em nome do diálogo.E é assim que queremos ser... CIDADÃO com autonomia para criar, para construir, para falar, gritar, expressar e, sobretudo, LUTAR com armas modernas, romper com os velhos paradigmas e através do diálogo mostrarmos que merecemos RESPEITO, somente assim, conquistando nosso espaço e obtendo o apoio de toda sociedade seremos cidadãos de fato e de direito!
Canal aberto aos que ainda acreditam no exercício da democracia nas Instituições eaos que como eu torcem para que elas não se tornem Instituições Totais como Manicômios, Prisões e Conventos.
Ensina-nos, pois, o caminho para que nossos Governantes entendam que somos atores sociais vivendo marginalizados:
Não é por decreto que os homens se transformam em cidadãos: é preciso que tenham interiorizado o valor democrático, que tenham descoberto seu poder criador, a força instituinte do poder criador coletivo.É preciso que sejam capazes de considerar como sua tarefa mais essencial construir e reconstruir o que deve ser a sociedade, o que deve significar justiça, igualdade, democracia, cidadania para sua sociedade.
Castoriades também dizia que o que se opõe ao indivíduo não é a sociedade, são as pulsões descontroladas, irracionais, que predominam como força bruta até que se constitua o indivíduo. Por isso ele dizia que todo indivíduo é indivíduo social: que o indivíduo já precisa da sociedade para constituir-se como tal, como ser de razão, como ser de deliberação, como ser com possibilidade de autonomia. O homem se constrói como indivíduo se socializando. E se constrói como cidadão, numa democracia, aprendendo a renunciar á força bruta, ao egocentrismo, em nome do diálogo, da construção comum, da aceitação do outro.
Ser cidadão não é apenas conhecer seus direitos e deveres, como tolamente o liberalismo nos quer fazer acreditar. Ser cidadão é acreditar na deliberação comum, no poder criador da sociedade.
Hannah Arendt nos diria: ser cidadão é abdicar da força em nome do diálogo.E é assim que queremos ser... CIDADÃO com autonomia para criar, para construir, para falar, gritar, expressar e, sobretudo, LUTAR com armas modernas, romper com os velhos paradigmas e através do diálogo mostrarmos que merecemos RESPEITO, somente assim, conquistando nosso espaço e obtendo o apoio de toda sociedade seremos cidadãos de fato e de direito!
Canal aberto aos que ainda acreditam no exercício da democracia nas Instituições eaos que como eu torcem para que elas não se tornem Instituições Totais como Manicômios, Prisões e Conventos.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
UM ELEFANTE INCOMODA MUITA GENTE... DOIS ELEFANTES INCOMODAM INCOMODAM MUITO MAIS...
SOBRE MOVIMENTOS SOCIAIS – REFLEXÕES
Estudando para a disciplina Movimentos Sociais, inicialmente, quero registrar a excelência do material didático e o compromisso e comprometimento do Tutor André que valoriza a construção de novos saberes, estabelecendo na Plataforma CEDERJ um ambiente de trocas e de afetos – no verdadeiro sentido do AFETAR (Afetar para transformar). Ao percorrer os módulos de ensino me ocorreu estabelecer comparações entre o conteúdo conceitual e experiências de vida. Assim, qualquer semelhança com a concepção, criação, ações de ativistas, cooptação de alguns atores sociais (antes apoiadores) pelo poder hegemônico e, sobretudo, a desestabilização e enfraquecimento de movimentos sociais legítimos, nascidos da insatisfação, inconformismo e inquietação de alguns idealistas que anteviam o fracasso de uma Instituição gloriosa, da qual ainda se sentia orgulho de pertencer, em empreender esforços para garantir sua memória, identidade e dignidade de seus integrantes não será mera coincidência.
Desta forma, conveniente citar LAKATOS (1990) ao nos ensinar que:
Os Movimentos Sociais podem ser considerados como empreendimentos coletivos para estabelecer uma nova ordem de vida. Têm eles início numa condição de inquietação e derivam seu poder de motivação na insatisfação diante de uma forma corrente de vida, de um lado, e dos desejos e esperanças de um novo esquema ou sistema de viver, do outro.Voltando o olhar para fatos recentemente ocorridos, poderíamos afirmar que dois Movimentos Sociais haviam nascido do desejo de se ter uma Instituição respeitada e que, também, nos respeitasse. Dois Movimentos distintos segundo a ordem, mas com propostas semelhantes - ao menos na visão daqueles que desejavam ardentemente transformar a dura realidade que os parcos salários e a falta de representatividade de nossos gestores nos ofereciam.
Um, de ordem passiva – nascido da necessidade de mudanças, mas de acordo com a defesa da instituição garantindo e mantendo as estruturas hegemônicas.
O outro, mais ousado, de ordem ativa almejava resistir e se contrapor às mazelas instituídas organizacionalmente; nessa direção, um movimento social que implicava mudanças sociais não apenas no que diz respeito à inserção de pessoas dentro das estruturas já instituídas pelos valores hegemônicos, mas, também, no que dizia respeito às mudanças na expressão Cultural de tais valores, estabelecendo uma nova representação de vida e, por extensão, outro modo de viver o cotidiano.
Situando o Movimento que aqui chamarei de “Movimento do Elefante” (porque não se deu conta da sua própria força para soltar as amarras), em sua tipologia reformista, seus integrantes primavam por introduzir o que acreditavam ser o melhor para a sociedade a qual pertenciam, contudo sempre agindo de forma ordeira, pacífica, sem ferir ou macular a hierarquia e a disciplina – princípios institucionais basilares e que se preservava nos planejamentos de ações. Mas, passada as fases iniciais (veremos isso em nova postagem), acabamos por enfrentar grandes resistências e pouco ou nenhum incentivo para a sustentação de sua dinâmica.
Conforme o livro base da disciplina, de autoria do Professor Cláudio da Silva Ribeiro: A resistência é inevitável em sociedades de regime autoritário, onde mudanças advindas da participação do consenso coletivo se contrapõem natural e indubitavelmente à tirania.
Visto sob outro foco, o Movimento Social do Elefante poderia ser classificado como sendo do tipo revolucionário (acredito que nos faltou a garra do IRA), pois sua organização voltava-se ao combate do que é socialmente conflitante, desagradável e confinante – salários medíocres/indignos; índices alarmantes de violência no Estado, aumento do número de cidadãos policiais militares mortos no front, alta incidência de corrupção, a fragmentação do sistema de segurança pública patente no diferencial mais visível (determinada classe com salários superiores aos de seus semelhantes – fazendo surgir ou fomentar a acidez no relacionamento entre duas corporações que deveriam caminhar de mãos dadas); um governante desequilibrado, incoerente em suas ações, humor instável chegando muitas vezes a divulgar na mídia a forma como nos concebia: imbecis e outros adjetivos desqualificadores (confesso que muitas vezes senti vontade de mandá-lo para...).
Desejávamos mudanças rápidas, saímos em campo, marchas, carros de som, cheque simbólico de R$ 100,00 demonstrando nossa indignação ante a proposta de aumento salarial vergonhosa, ganhamos as ruas, ganhamos voz, displays de mão conclamavam a “Banda Boa” a fazer “barulho e incomodar”, discursos calorosos davam o tom da necessidade de se romper com a ordem hegemônica, resistir às tentações e conquistar os interesses comuns.
Como veremos nas próximas postagens, um Movimento Social deve conquistar seu espaço e legitimação, mesmo que para isso precise saber a hora de recuar para depois avançar fortalecido. Talvez o momento não tenha sido compreendido, pois havia pressa, havia o inconformismo exacerbado.
Concluindo esta primeira parte, com base nos estudos, é possível afirmar que não há Movimento Social sem descontentamento social. O Movimento Social do Elefante não morreu como pensam alguns, isto porque seus cidadãos ativistas ainda compartilham a mesma sensação de inadequação e injustiça. Diante da impossibilidade de nos adaptarmos aos mecanismos vigentes e compartilhando o sentimento comum estamos unidos e articulados para implementar ações capazes de afetar os mecanismos do sistema social, objetivando viabilizar a inserção social dessa massa de excluídos, sem direito a experimentar a cidadania plena, cerceados inclusive no direito constitucional de se expressar; uma massa de excluídos submetidos ao controle insano feito por apenas um documento arcaico, obsoleto, que fere princípios constitucionais e os direitos humanos; uma massa trabalhadora em defesa da sociedade, sem reconhecimento, sem salário, sem vez e sem voz, enfim marginalizados. O que almeja o Movimento Social do Elefante? O que sempre o definiu por si só: DIGNIDADE JÁ!
Não percam o próximo módulo: “As fases de um Movimento Social” e reflitam desde agora: Observamos mais uma contradição do Estado, pois não é o exercício da cidadania o libelo dos governos atuais?
Canal aberto para os amigos que tiveram a liberdade cerceada por não se calarem, por terem dado o grito que muitos de nós queríamos ter dado, ou seja, que falam em prol das necessidades coletivas.
Afetuosamente,
Estudando para a disciplina Movimentos Sociais, inicialmente, quero registrar a excelência do material didático e o compromisso e comprometimento do Tutor André que valoriza a construção de novos saberes, estabelecendo na Plataforma CEDERJ um ambiente de trocas e de afetos – no verdadeiro sentido do AFETAR (Afetar para transformar). Ao percorrer os módulos de ensino me ocorreu estabelecer comparações entre o conteúdo conceitual e experiências de vida. Assim, qualquer semelhança com a concepção, criação, ações de ativistas, cooptação de alguns atores sociais (antes apoiadores) pelo poder hegemônico e, sobretudo, a desestabilização e enfraquecimento de movimentos sociais legítimos, nascidos da insatisfação, inconformismo e inquietação de alguns idealistas que anteviam o fracasso de uma Instituição gloriosa, da qual ainda se sentia orgulho de pertencer, em empreender esforços para garantir sua memória, identidade e dignidade de seus integrantes não será mera coincidência.
Desta forma, conveniente citar LAKATOS (1990) ao nos ensinar que:
Os Movimentos Sociais podem ser considerados como empreendimentos coletivos para estabelecer uma nova ordem de vida. Têm eles início numa condição de inquietação e derivam seu poder de motivação na insatisfação diante de uma forma corrente de vida, de um lado, e dos desejos e esperanças de um novo esquema ou sistema de viver, do outro.Voltando o olhar para fatos recentemente ocorridos, poderíamos afirmar que dois Movimentos Sociais haviam nascido do desejo de se ter uma Instituição respeitada e que, também, nos respeitasse. Dois Movimentos distintos segundo a ordem, mas com propostas semelhantes - ao menos na visão daqueles que desejavam ardentemente transformar a dura realidade que os parcos salários e a falta de representatividade de nossos gestores nos ofereciam.
Um, de ordem passiva – nascido da necessidade de mudanças, mas de acordo com a defesa da instituição garantindo e mantendo as estruturas hegemônicas.
O outro, mais ousado, de ordem ativa almejava resistir e se contrapor às mazelas instituídas organizacionalmente; nessa direção, um movimento social que implicava mudanças sociais não apenas no que diz respeito à inserção de pessoas dentro das estruturas já instituídas pelos valores hegemônicos, mas, também, no que dizia respeito às mudanças na expressão Cultural de tais valores, estabelecendo uma nova representação de vida e, por extensão, outro modo de viver o cotidiano.
Situando o Movimento que aqui chamarei de “Movimento do Elefante” (porque não se deu conta da sua própria força para soltar as amarras), em sua tipologia reformista, seus integrantes primavam por introduzir o que acreditavam ser o melhor para a sociedade a qual pertenciam, contudo sempre agindo de forma ordeira, pacífica, sem ferir ou macular a hierarquia e a disciplina – princípios institucionais basilares e que se preservava nos planejamentos de ações. Mas, passada as fases iniciais (veremos isso em nova postagem), acabamos por enfrentar grandes resistências e pouco ou nenhum incentivo para a sustentação de sua dinâmica.
Conforme o livro base da disciplina, de autoria do Professor Cláudio da Silva Ribeiro: A resistência é inevitável em sociedades de regime autoritário, onde mudanças advindas da participação do consenso coletivo se contrapõem natural e indubitavelmente à tirania.
Visto sob outro foco, o Movimento Social do Elefante poderia ser classificado como sendo do tipo revolucionário (acredito que nos faltou a garra do IRA), pois sua organização voltava-se ao combate do que é socialmente conflitante, desagradável e confinante – salários medíocres/indignos; índices alarmantes de violência no Estado, aumento do número de cidadãos policiais militares mortos no front, alta incidência de corrupção, a fragmentação do sistema de segurança pública patente no diferencial mais visível (determinada classe com salários superiores aos de seus semelhantes – fazendo surgir ou fomentar a acidez no relacionamento entre duas corporações que deveriam caminhar de mãos dadas); um governante desequilibrado, incoerente em suas ações, humor instável chegando muitas vezes a divulgar na mídia a forma como nos concebia: imbecis e outros adjetivos desqualificadores (confesso que muitas vezes senti vontade de mandá-lo para...).
Desejávamos mudanças rápidas, saímos em campo, marchas, carros de som, cheque simbólico de R$ 100,00 demonstrando nossa indignação ante a proposta de aumento salarial vergonhosa, ganhamos as ruas, ganhamos voz, displays de mão conclamavam a “Banda Boa” a fazer “barulho e incomodar”, discursos calorosos davam o tom da necessidade de se romper com a ordem hegemônica, resistir às tentações e conquistar os interesses comuns.
Como veremos nas próximas postagens, um Movimento Social deve conquistar seu espaço e legitimação, mesmo que para isso precise saber a hora de recuar para depois avançar fortalecido. Talvez o momento não tenha sido compreendido, pois havia pressa, havia o inconformismo exacerbado.
Concluindo esta primeira parte, com base nos estudos, é possível afirmar que não há Movimento Social sem descontentamento social. O Movimento Social do Elefante não morreu como pensam alguns, isto porque seus cidadãos ativistas ainda compartilham a mesma sensação de inadequação e injustiça. Diante da impossibilidade de nos adaptarmos aos mecanismos vigentes e compartilhando o sentimento comum estamos unidos e articulados para implementar ações capazes de afetar os mecanismos do sistema social, objetivando viabilizar a inserção social dessa massa de excluídos, sem direito a experimentar a cidadania plena, cerceados inclusive no direito constitucional de se expressar; uma massa de excluídos submetidos ao controle insano feito por apenas um documento arcaico, obsoleto, que fere princípios constitucionais e os direitos humanos; uma massa trabalhadora em defesa da sociedade, sem reconhecimento, sem salário, sem vez e sem voz, enfim marginalizados. O que almeja o Movimento Social do Elefante? O que sempre o definiu por si só: DIGNIDADE JÁ!
Não percam o próximo módulo: “As fases de um Movimento Social” e reflitam desde agora: Observamos mais uma contradição do Estado, pois não é o exercício da cidadania o libelo dos governos atuais?
Canal aberto para os amigos que tiveram a liberdade cerceada por não se calarem, por terem dado o grito que muitos de nós queríamos ter dado, ou seja, que falam em prol das necessidades coletivas.
Afetuosamente,
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