Palavras do Ilmo Secretário de Segurança do Rio de Janeiro Dr Mariano, em entrevista ao Jornal EXTRA sobre as UPPs:
"— Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai." (José Mariano Beltrame)
Nossa que legal! O secretário sabe disso (rs), perfeitamente aplicável ao PROERD.
hehehehehehe...
terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
POR QUE NÃO???
PARABÉNS À PMERJ que implantará o PROERD em comunidades "pacificadas" (???)
O que mata é a (des)informação...
Notícia veiculada nos jornais do RJ (trechos)
"Os 97 instrutores do Proerd entrarão a partir de agosto nas salas de aula de três escolas da rede municipal, uma estadual e duas mantidas pelas comunidades, nos morros da Providência, no Centro, no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e Babilônia, no Leme. As lições para as crianças terão duas horas de duração, durante cinco aulas. Já os pais, serão convidados a participar de palestras dentro das próprias UPPs, nos fins de semana e à noite, para conciliar horários de trabalho. Os alunos do 5º ano terão 20 aulas de drogas.
Segundo o responsável pelo Proerd, tenente-coronel Nélio Monteiro de Campos, as seis escolas foram mapeadas de acordo com as necessidades das áreas pacificadas, que possuam escolas dentro das próprias comunidades. Nélio explica que, nesses lugares, a aplicação do programa era impossível, já que a segurança do policial não era garantida:
- Nosso policial dá aula desarmado, como nós vamos entrar na Maré sem arma? - exemplifica, lembrando que as aulas não abrangerão justamente os jovens do Ensino Médio."
Ué, alguém poderia informar onde fica a E.M. IV Centenário?? Respondo eu mesma: na MARÉ, logo o PROERD em épocas pretéritas atuou na Maré sim, o que se buscou sempre preservar foi a integridade física das crianças em áreas de conflito.
Oxalá o programa seja um sucesso nas áreas mencionadas, que não seja usado politiqueiramente (nem o Programa, nem os Instrutores que me parecem não ter consciência dos fatos) e, ainda, que não coloque em risco as crianças.
Enfim, pq não a MARÉ?
O que mata é a (des)informação...
Notícia veiculada nos jornais do RJ (trechos)
"Os 97 instrutores do Proerd entrarão a partir de agosto nas salas de aula de três escolas da rede municipal, uma estadual e duas mantidas pelas comunidades, nos morros da Providência, no Centro, no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e Babilônia, no Leme. As lições para as crianças terão duas horas de duração, durante cinco aulas. Já os pais, serão convidados a participar de palestras dentro das próprias UPPs, nos fins de semana e à noite, para conciliar horários de trabalho. Os alunos do 5º ano terão 20 aulas de drogas.
Segundo o responsável pelo Proerd, tenente-coronel Nélio Monteiro de Campos, as seis escolas foram mapeadas de acordo com as necessidades das áreas pacificadas, que possuam escolas dentro das próprias comunidades. Nélio explica que, nesses lugares, a aplicação do programa era impossível, já que a segurança do policial não era garantida:
- Nosso policial dá aula desarmado, como nós vamos entrar na Maré sem arma? - exemplifica, lembrando que as aulas não abrangerão justamente os jovens do Ensino Médio."
Ué, alguém poderia informar onde fica a E.M. IV Centenário?? Respondo eu mesma: na MARÉ, logo o PROERD em épocas pretéritas atuou na Maré sim, o que se buscou sempre preservar foi a integridade física das crianças em áreas de conflito.
Oxalá o programa seja um sucesso nas áreas mencionadas, que não seja usado politiqueiramente (nem o Programa, nem os Instrutores que me parecem não ter consciência dos fatos) e, ainda, que não coloque em risco as crianças.
Enfim, pq não a MARÉ?
sábado, 8 de maio de 2010
É HORA DE QUEBRAR O SILÊNCIO!
IMAGENS DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES FALAM POR SI SÓ... PRECISAMOS ROMPER COM O SILÊNCIO, ACABAR COM A HIPOCRISIA DO DISCURSO, DEMOCRATIZAR ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO E AGIR!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
HOMOFOBIA EM UGANDA (África)
Recebi a mensagem abaixo através de uma grande amiga do PR, é inconcebível que, no século XXI, Uganda promova a homofobia nacional. O mundo precisa se posicionar... leiam com atenção e divulguem nosso REPÚDIO a tal prática.
DIREITOS HUMANOS URGENTE!!!
--------------------------------------------------------------------------------
Amigos da Net, :
Após assistir uma matéria na TV sobre a terrível homofobia em UGANDA, no continente Àfricano, onde uma proposta de Lei, apresentada para votação por um Deputado local "choca" toda a humanidade, pela notória manifestação da violação dos Direitos Humanos , onde a Lei defendida por todas as Nações (DIREITOS HUMANOS) , deva ser urgentemente praticada .
O autor da lei fala inclusive com desdém sobre nossa nação, e os pobres seres Humanos ( membros da diversidade local ) se manifestam timidamente, sentindo o pavor e Repugnação quanto ao fato, onde a lei trata da prática da pena de morte aos Homosexuais, prisão, entre outras violações do direito de ser Humano, direito á personalidade, sexualidade plena e liberdade de expressão .
A globalização tem feito mudanças notáveis em favor de um Mundo mais Humano, e este é o momento de nos unirmos por uma nobre causa, e a NET é nossa liada, façamos rodar o mundo esta mensagem !!!.
Att.
Paola Azevedo Prates
Brasileira, Militante dos Direitos Humanos e Diversidade !
Muita Luz e Paz !
Paola
DIREITOS HUMANOS URGENTE!!!
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Amigos da Net, :
Após assistir uma matéria na TV sobre a terrível homofobia em UGANDA, no continente Àfricano, onde uma proposta de Lei, apresentada para votação por um Deputado local "choca" toda a humanidade, pela notória manifestação da violação dos Direitos Humanos , onde a Lei defendida por todas as Nações (DIREITOS HUMANOS) , deva ser urgentemente praticada .
O autor da lei fala inclusive com desdém sobre nossa nação, e os pobres seres Humanos ( membros da diversidade local ) se manifestam timidamente, sentindo o pavor e Repugnação quanto ao fato, onde a lei trata da prática da pena de morte aos Homosexuais, prisão, entre outras violações do direito de ser Humano, direito á personalidade, sexualidade plena e liberdade de expressão .
A globalização tem feito mudanças notáveis em favor de um Mundo mais Humano, e este é o momento de nos unirmos por uma nobre causa, e a NET é nossa liada, façamos rodar o mundo esta mensagem !!!.
Att.
Paola Azevedo Prates
Brasileira, Militante dos Direitos Humanos e Diversidade !
Muita Luz e Paz !
Paola
segunda-feira, 19 de abril de 2010
DIA DO ÍNDIO
Escolas em festa, crianças saindo aos seus turnos "fantasiadas e caras pintadas", é 19 de abril DIA DO ÍNDIO, mas me questiono sempre: Será que contam a verdadeira história de extermínio, constroem com os alunos uma abordagem do tema revelando como, no passado e no presente, o povo indígena brasileiro´foi e continua sendo massacrado? Ou apenas fazem as crianças pensarem que é tudo muito legal? Então vamos brincar de índio, é isso? Gerando mais preconceitos, retirando das crianças a possibilidade de enxergarem por detras dessa cortina de fumaça que o discurso ideológico vem pregando ao longo de nossa história...
Será mesmo que as escolas traçam os paralelos entre mudanças e permanências na vida desse povo brasileiro tão sofrido?
domingo, 11 de abril de 2010
Minha participação no Fórum da EJA na Plataforma CEDERJ
Encontrei neste espaço uma forma de expressar minha satisfação em estar trocando experiências com outros colegas do Curso de Licenciatura em Pedagogia, na disciplina de EJA, sob a batuta do Professor Antônio, a quem manifesto meu respeito e consideração. Esta postagem complementa a apresentação sobre Andragogia, pois esboça minha concepção sobre a Educação Pública de qualidade para todos,logo a EJA deve ser contemplada.
"Minha experiência não é exatamente em EJA, mas com grupos de pais/responsáveis que participavam de oficinas temáticas para redução da violência e consumo de drogas por adolescentes e crianças em Escolas da Rede Oficial de Ensino, onde o Programa que eu coordenava era implantado. Considero que a experiência tenha sido válida, pois me fez ver a diferença que se revela entre a prática docente com crianças e com adultos, permitindo estabelecer um comparativo de ações e estratégias que deveriam ser adotadas nessas oficinas para adultos em sala de aula. Durante o tempo que atuei com esse público, múltiplas vivências subsidiaram meu entendimento e, hoje, posso afirmar que a andragogia mais que uma ciência é uma arte; a arte de saber ouvir e muitas vezes saber ouvir o que é dito apenas pela expressão corporal, por um olhar e/ou por uma atitude nem sempre amistosa. Por isso, o Educador em EJA precisa conquistar seu público-alvo e buscar conhecer a história de vida de cada um daqueles que ousou voltar aos bancos escolares (isto porque muitas vezes para que essa volta aconteça, muitos desafios precisam ser vencidos, muitos obstáculos e preconceitos precisam ser quebrados), precisa aceitar as diferenças e respeitar a individualidade e tempo de cada aluno.
Da minha pequena experiência com adultos, em sala de aula, pude inferir algumas conclusões que, hoje, me possibilitam responder aos quesitos formulados no Fórum, podendo mencionar:
1º - Prática aproveitável: estabelecer com os alunos um contrato de convivência, onde cooperativamente as regras do “jogo” fiquem claras para todos. Assim, o grupo fica comprometido e, no caso, de algum aluno romper com os combinados será o próprio grupo que cobrará dele a mudança de postura.
2º - Prática reprovável: Tratar adultos como se fossem crianças, utilizando as mesmas estratégias, materiais e recursos pedagógicos pouco atraentes para os mesmos. Importante citar, também, que outra prática reprovável consiste no fato de um Educador não ter sensibilidade e causar constrangimento ao determinar que um aluno leia em voz alta para toda classe.
3º - Perda de tempo: Chamar a atenção de um adulto na presença de outros causando desconforto e /ou tratá-lo da mesma forma autoritária que muitos educadores tratam as crianças em sala de aula, por exemplo, não entender que o corpo do adulto apresenta necessidades diferentes das crianças, sua fisiologia difere da criança, logo é perder tempo tentar manter um aluno adulto na mesmice, sentado em silêncio, não permitir que se levante ou vá ao banheiro etc.
4º - Experiências exitosas: Utilização de técnicas de facilitação no processo para a aprendizagem significativa, por exemplo, promover a troca de experiências entre o grupo através de uma dinâmica denominada “discussão circular”, essa técnica permitirá que os alunos indiquem um tema para a discussão, contextualizado e do interesse de todos, o educador agirá como moderador e registrará os pontos importantes da discussão para posteriormente escrevê-los; uma outra experiência legitimada é a leitura feita pelo educador de uma manchete de jornal que trate de assunto de interesse coletivo, solicitando as opiniões de cada aluno, fazendo uma síntese das principais idéias no quadro (tempestade de idéias). Enfim, usar técnicas que mobilizem e estimulem os alunos a ampliarem a visão de mundo.
5º - Conceitos e valores explicitados nestas práticas: O cotidiano do educador da EJA permitirá, certamente, a formação de sólidos valores como solidariedade, cooperação, mudanças comportamentais, ao mesmo tempo em que fomentará a auto-estima dos alunos que guardará relação com sua própria forma de se ver no mundo, pois a construção de melhor qualidade de vida para jovens e adultos que retornam seus estudos é, sem dúvida, uma prática que faz do Educador da EJA um agente transformador das múltiplas realidades sociais.
Por fim, quero parabenizar o Professor Antônio pela iniciativa de ir além de um fórum acadêmico e os colegas por já terem compartilhado suas vivências. Espero também ter contribuído.
Bjs, Tania Loos - Pólo Maracanã"
"Minha experiência não é exatamente em EJA, mas com grupos de pais/responsáveis que participavam de oficinas temáticas para redução da violência e consumo de drogas por adolescentes e crianças em Escolas da Rede Oficial de Ensino, onde o Programa que eu coordenava era implantado. Considero que a experiência tenha sido válida, pois me fez ver a diferença que se revela entre a prática docente com crianças e com adultos, permitindo estabelecer um comparativo de ações e estratégias que deveriam ser adotadas nessas oficinas para adultos em sala de aula. Durante o tempo que atuei com esse público, múltiplas vivências subsidiaram meu entendimento e, hoje, posso afirmar que a andragogia mais que uma ciência é uma arte; a arte de saber ouvir e muitas vezes saber ouvir o que é dito apenas pela expressão corporal, por um olhar e/ou por uma atitude nem sempre amistosa. Por isso, o Educador em EJA precisa conquistar seu público-alvo e buscar conhecer a história de vida de cada um daqueles que ousou voltar aos bancos escolares (isto porque muitas vezes para que essa volta aconteça, muitos desafios precisam ser vencidos, muitos obstáculos e preconceitos precisam ser quebrados), precisa aceitar as diferenças e respeitar a individualidade e tempo de cada aluno.
Da minha pequena experiência com adultos, em sala de aula, pude inferir algumas conclusões que, hoje, me possibilitam responder aos quesitos formulados no Fórum, podendo mencionar:
1º - Prática aproveitável: estabelecer com os alunos um contrato de convivência, onde cooperativamente as regras do “jogo” fiquem claras para todos. Assim, o grupo fica comprometido e, no caso, de algum aluno romper com os combinados será o próprio grupo que cobrará dele a mudança de postura.
2º - Prática reprovável: Tratar adultos como se fossem crianças, utilizando as mesmas estratégias, materiais e recursos pedagógicos pouco atraentes para os mesmos. Importante citar, também, que outra prática reprovável consiste no fato de um Educador não ter sensibilidade e causar constrangimento ao determinar que um aluno leia em voz alta para toda classe.
3º - Perda de tempo: Chamar a atenção de um adulto na presença de outros causando desconforto e /ou tratá-lo da mesma forma autoritária que muitos educadores tratam as crianças em sala de aula, por exemplo, não entender que o corpo do adulto apresenta necessidades diferentes das crianças, sua fisiologia difere da criança, logo é perder tempo tentar manter um aluno adulto na mesmice, sentado em silêncio, não permitir que se levante ou vá ao banheiro etc.
4º - Experiências exitosas: Utilização de técnicas de facilitação no processo para a aprendizagem significativa, por exemplo, promover a troca de experiências entre o grupo através de uma dinâmica denominada “discussão circular”, essa técnica permitirá que os alunos indiquem um tema para a discussão, contextualizado e do interesse de todos, o educador agirá como moderador e registrará os pontos importantes da discussão para posteriormente escrevê-los; uma outra experiência legitimada é a leitura feita pelo educador de uma manchete de jornal que trate de assunto de interesse coletivo, solicitando as opiniões de cada aluno, fazendo uma síntese das principais idéias no quadro (tempestade de idéias). Enfim, usar técnicas que mobilizem e estimulem os alunos a ampliarem a visão de mundo.
5º - Conceitos e valores explicitados nestas práticas: O cotidiano do educador da EJA permitirá, certamente, a formação de sólidos valores como solidariedade, cooperação, mudanças comportamentais, ao mesmo tempo em que fomentará a auto-estima dos alunos que guardará relação com sua própria forma de se ver no mundo, pois a construção de melhor qualidade de vida para jovens e adultos que retornam seus estudos é, sem dúvida, uma prática que faz do Educador da EJA um agente transformador das múltiplas realidades sociais.
Por fim, quero parabenizar o Professor Antônio pela iniciativa de ir além de um fórum acadêmico e os colegas por já terem compartilhado suas vivências. Espero também ter contribuído.
Bjs, Tania Loos - Pólo Maracanã"
Andragogia 2010
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